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	<title>Arquivo de Artigos - ProTran</title>
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	<title>Arquivo de Artigos - ProTran</title>
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		<title>SUBIR NA VIDA</title>
		<link>https://projetotransmutar.com.br/artigos/subir-na-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 00:08:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;">Quando eu era criança ouvia muito o termo: "subir na vida". Eu não sabia o que isso significava no início, mas sempre que alguém alcançava um determinado patamar de estabilidade financeira, esse termo surgia resumindo tudo. Ao ouvir essa expressão sempre associada à admiração das pessoas, aprendi a considerá-la como algo positivo e como um objetivo comum e intrínseco de todos nós. Porém, hoje gostaria de fazer uma análise um pouco mais profunda sobre este tema.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
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<div class="pagelayer-heading-holder">
<h4>conceitos</h4>
</div>
		
			</div>
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<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Apesar de toda a criação dada, dos chamados “valores” que nos são transmitidos pelos pais, boa parte de nossa experiência na vida se baseia em nossas próprias percepções sobre a realidade. Sendo assim, muito do que definimos como “bom ou mau” também está sempre atrelado à nossa interpretação. Da soma dos “valores” recebidos, juntamente com as nossas definições da realidade, surgem os conceitos, pré-conceitos etc.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">O aprendizado empírico é impreciso no que tange ao significado exato daquilo que vemos, principalmente em tenra idade, quando não temos um discernimento mais abrangente. Nos embasamos no conhecimento que obtivemos até aquele momento para calcularmos o que ainda não conhecemos, considerando contextos específicos e, sendo assim, podemos cometer erros.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">O maior problema se dá quando tiramos nossas conclusões observando pessoas que se utilizam erroneamente de certos termos, ou conceitos, e acreditamos que os mesmos sejam algo que, de fato, não são. Os padrões de entendimento incorretos se perpetuam de forma indefinida. Esse é o caso da expressão “subir na vida”, pois sempre a ouvimos associada somente à questão material, financeira.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="scx3296" class="p-scx3296 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h4>subir na vida</h4>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="72u2289" class="p-72u2289 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">A maioria das pessoas que utiliza essa expressão ao referir-se a alguém, expressa-se de uma maneira intensa e transmite uma certa admiração quando comunica tal conquista obtida por outrem.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Não é de se espantar que uma criança, ou qualquer pessoa que não conheça o termo, o considerará muito positivo e entenderá que, “subir na vida” é algo admirável a ser feito, pois causará esse tipo de reação nas pessoas. Mas, ao mesmo tempo, também perceberá que o mesmo só é utilizado quando se envolve a questão financeira.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">O problema é que desconsidera-se a abrangência do termo e a própria personalidade, quando se cresce pensando em seguir um caminho que outra pessoa seguiu, somente voltado ao ganho e à estabilidade financeira. Quantas pessoas já sentiram-se divididas entre fazerem aquilo que realmente gostam e aquilo que lhes trará maior lucro?</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">O pensamento de conquistar coisas e pessoas, como observado desde a infância, promove uma busca desenfreada, muitas vezes até oposta, à que se seguiria naturalmente, se a personalidade fosse o fator primordial a ser considerado. Isso pode levar a uma série de consequências negativas, como: frustração, depressão, ansiedade etc.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Encaramos que o sucesso seja obter esse status e essa admiração das pessoas, pois aquela interpretação que tivemos de alguém falando sobre outrem que tivera “subido na vida”, até hoje, nos causa uma certa sedução e nos parece o único meio para nos sentirmos aceitos e reconhecidos.<br /><br />Uma vez ouvi de um mestre chinês que o pior lugar para se estar é no topo da montanha, pois, além do desgaste da subida, sempre se chega sozinho e, de lá, o único destino possível, é a descida. Disse também que devemos aproveitar a jornada, o caminhar, contornando os obstáculos, experimentando a vida.<br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="igy9513" class="p-igy9513 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h4>O MARIMBONDO E A LONA</h4>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="3n26712" class="p-3n26712 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Certo dia eu observava o progresso de um marimbondo que subia pela parte interna de uma lona transparente. A lona estava posicionada de maneira a servir como um telhado translúcido, que permitia a passagem da luz solar, que secava as roupas que estavam penduradas no varal localizado abaixo de si.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Notei que o marimbondo estava subindo pela parte interna da lona, dando a entender que buscava o topo da mesma, para que conseguisse sair. Fiquei observando-o por uns vinte minutos e percebi que percorria horizontalmente toda a extensão superior da lona, completamente fixada na parte superior da mureta de um terraço, sem qualquer abertura possível.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Percebi que o marimbondo não teria como sair dali, sem que percorresse todo o caminho de volta, descendo toda a lona e retornando a subir pelo lado externo da mesma. Ele poderia “subir na vida”, mas estava preso. A única possibilidade de libertar-se seria descendo a lona e retornando pela face superior.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="i9k5139" class="p-i9k5139 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h4>a liberdade</h4>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="rmi9014" class="p-rmi9014 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Foi incrível como um marimbondo pôde me ensinar tanto acerca de coisas que não podia ver claramente. Percebi que “subir na vida” era como aquela lona, na qual eu poderia subir pela face interna e me deslocar horizontalmente no topo, mantendo-me preso, ou poderia subir pela face externa, movimentando-me verticalmente, transcendendo o topo limitador.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Quando falamos de alguém bem-sucedido, não consideramos que essa pessoa possa ter realizado aquilo que ela mais queria, trabalhado com aquilo que ela teria habilidade e facilidade. Dramatizamos todos os processos e acreditamos que algo tenha que ser difícil para que seja digno de ser conquistado.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Nos autossabotamos ao seguirmos buscando uma jornada que não é nossa, sofrendo, mas acreditando que isso seja parte do processo para tornarmo-nos “dignos(as)” de algo admirável aos olhos dos outros. Quando conquistamos algo com certa facilidade, narramos como se tivéssemos enfrentado imensas dificuldades, só para nos sentirmos valorizados e reconhecidos.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Não percebemos que a nossa ascensão está ocorrendo pelo lado de dentro da lona, nos aprisionando e iludindo, cada vez mais, ao justificar que o nosso sofrimento seja natural. Nos tornamos incapazes de reconhecer nossos passos, supostamente verticais, como horizontais, sob a lona estendida de nossas ilusões.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Devemos “subir na vida” pela face da liberdade de nosso ser, manifestando quem somos verdadeiramente, sem o intuito de causar essa, ou aquela, impressão nas pessoas com quem convivemos.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">O ego elevado nos aprisiona e, uma hora ou outra, teremos de descer toda a lona, para então voltarmos a subi-la, passo a passo, pela face de nossa liberdade. Devemos reconhecer as nossas capacidades e desenvolvê-las com alegria, independentemente de rótulos e comparações, afinal, cada um é livre para seguir seu próprio caminho.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
</div></div>
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		<title>Deus</title>
		<link>https://projetotransmutar.com.br/artigos/deus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2023 06:17:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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<div pagelayer-id="clr5696" class="p-clr5696 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;">Deus existe? Se sim, como Ele seria, já que ninguém nunca o vira? Se não, como todas as coisas foram geradas com tamanha perfeição e inteligência? Não importa a época, a humanidade sempre se questionou sobre isso e muito ainda se discute acerca de tal tema. A intenção deste artigo não é a de atacar, ou defender qualquer ponto de vista, mas sim, agregar um pouco mais de conhecimento ao tema, de forma a dissolver o ódio, ou as divergências sobre o assunto.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="orm4817" class="p-orm4817 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>Deus existe?</h5>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="vgc6178" class="p-vgc6178 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Quando fazemos essa pergunta para alguém, ou a recebemos, imediatamente começamos a ponderar valores religiosos ou científicos, dependendo do contexto discutido. Para essa pergunta, infelizmente, é difícil se ter uma resposta que contemple as diversas variáveis envolvidas.<br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Qualquer que seja a resposta sobre a existência de Deus, sempre dará margem a uma réplica, tréplica, ou qualquer outra consideração baseada em algum outro conceito relacionado ao tema. Essa não é uma pergunta com uma única resposta. Há quem diga que exista, há quem diga que não, e ainda há aquele que diga que não existe somente um!</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Independente de qualquer coisa, perguntar sobre a existência de Deus, quase nunca considera a aceitação da resposta recebida como cabal. Sempre há algum tipo de interação estabelecida entre as pessoas que discutem sobre o tema, indicando contraposições, ou complementos a serem analisados.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Mas, de fato, existiria um criador responsável por toda a vida no Universo e pelo nascimento do mesmo?<br /><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="ilk4884" class="p-ilk4884 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>Indícios históricos
</h5>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="mup4570" class="p-mup4570 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Independente da linha que utilizemos, seja ela religiosa, científica, teológica, filosófica, ou outra, sempre nos baseamos em evidências, ou indícios. Esses indícios podem ser obtidos através da literatura dos povos antigos, considerando uma abordagem mais cultural e histórica, mas também pela observação empírica e científica.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Já foi dito pela antropologia que o ser humano tem uma necessidade inata de acreditar em uma inteligência maior, em algum criador, ou algo semelhante. Mas, a pergunta que fica é: por que isso se desenvolve naturalmente? A resposta talvez possa ser mais lógica do que aparenta, considerando o fato de que todos os seres derivam de outros, logo, os primeiros humanos deveriam ter vindo de alguém.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Porém, saindo da suposta noção lógica de se possuir um criador, vamos nos remeter às incríveis semelhanças das escrituras antigas, oriundas de partes longínquas da Terra, quando a humanidade ainda não possuía desenvolvimento tecnológico suficiente para criar meios de transporte que cobrissem longas distâncias. Como seriam possíveis tamanhas congruências entre elas, sendo que os povos não tinham contato entre si?</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="ghz3562" class="p-ghz3562 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>Considerações científicas
</h5>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="35m7869" class="p-35m7869 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Em algumas análises científicas se é questionado se o Universo seria determinista, ou estocástico. Em suma, no modelo determinista todos os eventos são calculados e, portanto, nada ocorre aleatoriamente. No modelo estocástico, temos a afirmação inversa, considerando que os eventos ocorridos e correntes no Universo sejam de origem aleatória.<br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Na Grécia antiga tínhamos o conceito de Káos e Kósmos. A palavra Káos significa "desordem", o que poderia corroborar com o modelo científico estocástico, da aleatoriedade. Já a palavra Kósmos significa "ordem", se tornando mais semelhante ao conceito determinista do Universo, que no ocidente também é referido como cosmo.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Independente de definirmos se o Universo ocorre de forma aleatória ou calculada, uma coisa é certa: ele existe. Só Deus poderia criá-lo da forma como é, certo? Segundo o método científico, considera-se uma teoria e testa-se a mesma. Após uma certa análise dos resultados, se valida, ou invalida a teoria. Caso ela seja validada, se prova verdadeira, caso o contrário, é descartada.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Até o momento a ciência não conseguiu provar a existência de Deus, o que talvez nunca fará em seus moldes atuais e, por isso, descarta tal teoria sobre sua existência. Mas, mesmo que não consiga fazê-lo, muitas coisas ainda continuam sem explicação.<br /><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="vrl3731" class="p-vrl3731 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>Padrões observados</h5>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="kzg5471" class="p-kzg5471 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Sabemos que existem diversos padrões no Universo. Esses padrões só poderiam ter sido estabelecidos se houvesse uma inteligência por trás dos mesmos. Uma das maiores descobertas da antiguidade, e que é empregada até os dias atuais, se chama Proporção Áurea, ou o número Phi (de Phideas, o escultor), que é igual a 1,618.<br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Se observarmos o corpo humano, perceberemos diversos padrões que constatam tal proporção: a divisão da altura da parte inferior do corpo até o umbigo, pela parte superior acima do umbigo; das falanges dos dedos; das partes dos braços etc. Todo o corpo segue a mesma razão e dessa constatação, surgiu a obra de Da Vinci, O Homem Vitruviano, que obedecia&nbsp; a Proporção Áurea. Era comum que, em suas obras, os artistas se utilizassem desse conhecimento.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
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						<ul class="pagelayer-grid-gallery-ul"><li class="pagelayer-gallery-item"><a href="https://projetotransmutar.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Pentagrama_and_Golden_Ratio.png" data-lightbox-gallery="gallery-id-177836335801" alt="Pentagrama_and_Golden_Ratio" class="pagelayer-ele-link" pagelayer-grid-gallery-type="lightbox"><img decoding="async" class="pagelayer-img" src="https://projetotransmutar.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Pentagrama_and_Golden_Ratio-150x150.png" title="" alt="Pentagrama_and_Golden_Ratio" /></a></li><li class="pagelayer-gallery-item"><a href="https://projetotransmutar.com.br/wp-content/uploads/2023/01/800px-Mesures_de_la_main_artlibre_jnl.png" data-lightbox-gallery="gallery-id-177836335801" alt="800px-Mesures_de_la_main_artlibre_jnl" class="pagelayer-ele-link" pagelayer-grid-gallery-type="lightbox"><img decoding="async" class="pagelayer-img" src="https://projetotransmutar.com.br/wp-content/uploads/2023/01/800px-Mesures_de_la_main_artlibre_jnl-150x150.png" title="" alt="800px-Mesures_de_la_main_artlibre_jnl" /></a></li><li class="pagelayer-gallery-item"><a href="https://projetotransmutar.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Mona_Lisa_com_estrutura_geometrica_-_Divisao_aurea.jpg" data-lightbox-gallery="gallery-id-177836335801" alt="Mona_Lisa_com_estrutura_geométrica_-_Divisão_áurea" class="pagelayer-ele-link" pagelayer-grid-gallery-type="lightbox"><img decoding="async" class="pagelayer-img" src="https://projetotransmutar.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Mona_Lisa_com_estrutura_geometrica_-_Divisao_aurea-150x150.jpg" title="Mona_Lisa_com_estrutura_geométrica_-_Divisão_áurea" alt="Mona_Lisa_com_estrutura_geométrica_-_Divisão_áurea" /></a></li><li class="pagelayer-gallery-item"><a href="https://projetotransmutar.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Da_Vinci_Vitruve_Luc_Viatour-scaled.jpg" data-lightbox-gallery="gallery-id-177836335801" alt="Da_Vinci_Vitruve_Luc_Viatour" class="pagelayer-ele-link" pagelayer-grid-gallery-type="lightbox"><img decoding="async" class="pagelayer-img" src="https://projetotransmutar.com.br/wp-content/uploads/2023/01/Da_Vinci_Vitruve_Luc_Viatour-150x150.jpg" title="Da_Vinci_Vitruve_Luc_Viatour" alt="Da_Vinci_Vitruve_Luc_Viatour" /></a></li></ul>
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					</div>
<div pagelayer-id="e6z313" class="p-e6z313 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Se fizermos uma sequência de retângulos que obedeçam a tal razão, encaixando-se pelas extremidades imediatas do retângulo anterior, obteremos a chamada Espiral Dourada, ou Retângulo de Ouro, de Euclides. Essa espiral pode ser vista em várias partes na natureza, desde o desabrochar de uma rosa, passando pela formação de conchas, indo até os vórtices temidos de tornados ferozes.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Em outro caso, podemos observar a perfeição em que os planetas se colocam a girar em torno de si mesmos, seguindo uma órbita específica, que os impede de se chocarem uns contra os outros. É óbvio que estamos falando de forma simplória, sem citar forças como gravitação, magnetismo, empuxo, arrasto etc., porém a intenção é fazer com que observemos a inteligência e o equilíbrio existente em tudo isso.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="zhw117" class="p-zhw117 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>Visão ocidental de Deus</h5>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="ync2634" class="p-ync2634 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Mas, vamos voltar a falar sobre Deus. Na visão ocidental é dito que "Ele nos fez à sua imagem e semelhança". Vemos nas escrituras sagradas das religiões ocidentais, que Deus seria um ser Onipotente (detém todos os poderes), Onisciente (que conhece a tudo) e Onipresente (presente em todos os lugares ao mesmo tempo).<br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">A imagem que se tem desse Deus é a de um senhor branco e idoso com barbas grandes e brancas, vestido em túnica branca, sentado em um grande trono no céu. De lá, ele visualizaria toda a Terra e controlaria tudo. Ele seria bondoso e amoroso, mas, ao mesmo tempo, também seria um juiz que julgaria os atos de cada ser e os mandaria para o céu, caso fossem bons, ou para o inferno, caso não.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Essa visão é importada a partir de tradições judaico-cristãs, mas existem outras visões de Deus, como: Nhanderuvuçú (que não tem forma antropomórfica), o deus criador supremo dos Tupis-Guaranis; o deus Rá, o Sol, dos egípcios; o deus das religiões afro-brasileiras, como o Candomblé e a Umbanda, Olorum; e o Deus Odin, dos Vikings. Existem muitas outras formas de representação de um Deus criador no ocidente, mas falamos das principais.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="vbn6390" class="p-vbn6390 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>Visão oriental de Deus
</h5>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="i2y9941" class="p-i2y9941 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">No oriente, nem todas as linhas religiosas ou doutrinárias, consideram a existência de um Deus, por definição. Para a visão oriental o princípio criador, ou o Deus criador, está "abraçando" a tudo o que existe, desde a menor subpartícula atômica, até as grandiosas estrelas encontradas no Universo.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Na visão taoísta, o Tao, não tem uma definição. Ele seria o princípio criador, mas não pode ser contextualizado como um Deus, animal, ser humano, ou como qualquer outra coisa, já que ele gera constantemente a tudo e não estaria limitado a uma forma específica. Essa visão é a mesma do confucionismo, que é bem similar à doutrina zen-budista que&nbsp; não tenta definir como seria esse princípio criador, por considerar tal atitude infrutífera.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Na religião hindu o deus criador é Brahma, já no xintoísmo, não há um deus criador, mas sim dois: Izanagi, que juntamente com sua irmã e esposa Izanami, criaram tudo o que existe, incluindo os outros deuses. Em ambas, existe um panteão de deidades responsáveis por alguns aspectos da vida. Nas vertentes hindus existem vários deuses com características zooantropomórficas, assim como no panteão egípcio.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="bai6468" class="p-bai6468 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>Conclusão
</h5>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="lxr8218" class="p-lxr8218 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder"><p style="text-align: justify;"><br />Devemos considerar que este artigo não tem a intenção de colocar um ponto-final nessa questão acerca da existência de Deus, mas sim, de fornecer um pouco mais de conhecimento sobre o tema, bem como promover uma dissolução do ódio, ou do julgamento alheio.<br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Se considerarmos tudo o que vimos até agora, perceberemos que se "Deus é onipotente, onisciente e onipresente" e, ao mesmo tempo, está "abraçando" todas as coisas, como na visão oriental, ele não nos poderia ser visível diretamente. Para ilustrar tal impossibilidade, podemos imaginar que Deus seria uma grande esfera que a tudo abraça e que nós, seres humanos e todas as outras coisas existentes, estamos dentro dela, tentando enxergá-lo em "algum lugar".</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Quando analisamos por este aspecto fica claro que, tanto aqueles que acreditam em sua existência, como aqueles que não acreditam, estão certos! Ou seja, em um nível sensível Deus existe, porém, em um nível tangível, ele não existe. Uma célula nunca poderia enxergar por completo o corpo no qual ela reside, mas sabe que se move através de algo.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Uma vez um amigo me perguntou: "Você acredita em Deus?", e eu disse que não. Ele se espantou e eu prossegui dizendo que eu não acreditava, porque já sabia de sua existência. Então, lhe fiz a seguinte pergunta: Você sabe que dois mais dois é igual a quatro, ou só acredita? Então, ele sorriu e entendeu o que eu quis lhe dizer…</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Fazemos Deus à nossa imagem e semelhança, e não o contrário! Limitamos algo que não entendemos a uma palavra; a uma definição e formato. A presunção humana é tão grande que faz com que nos distanciemos, cada vez mais, da verdade. Esquecemos que, se Deus é tudo o que existe, qualquer definição que lhe seja dada, excluirá todas as outras possibilidades.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Os ateus e agnósticos, bem como aqueles que acreditam em Deus poderiam unir forças e fazerem discussões saudáveis e mais profundas acerca desse tema. É impressionante o poder do diálogo no aprendizado que podemos ter e é ainda mais absurdo quantas coisas deixamos de aprender, quando estamos buscando somente a defesa de nossa opinião, vulgo ego.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p></div></div>
</div></div>
</div></div>
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		<title>Hora Certa</title>
		<link>https://projetotransmutar.com.br/artigos/hora-certa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rafael Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2023 18:48:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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<div pagelayer-id="qot7497" class="p-qot7497 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;">Sempre ouvi dizer que precisamos estar na hora certa, no lugar certo, para que as oportunidades de realizarmos aquilo que almejamos possam se manifestar. É claro que também é dito que precisamos aproveitar essas oportunidades para que não nos arrependamos depois. Ao mesmo tempo, uma outra vertente fala sobre estarmos em um fluxo contínuo, de perfeição cabal e que tudo o que tiver de acontecer, acontecerá, como se fosse um “destino”. Enfim, a discussão deste artigo se baseia em encontrarmos um ponto de equilíbrio entre essas duas linhas de pensamento, pois, como diria Trismegisto: “todos os opostos podem ser reconciliados”.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="x7b9968" class="p-x7b9968 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>o posicionamento</h5>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="wvh9551" class="p-wvh9551 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Na sociedade em que vivemos estamos sempre em busca de um caminho que nos faça chegar a um objetivo específico que, quase sempre, está baseado em algum padrão comum. Queremos ser diferentes, mas possuímos os mesmos objetivos da maioria. Traçamos nossa rota baseados no hoje, calculando o amanhã, porém, não consideramos as mudanças que vamos tendo durante o trajeto.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Quando realizamos um investimento, verificamos a taxa de juros aplicada sobre o capital investido e isso define o lucro que teremos, porém, nunca devemos deixar de calcular a inflação! Se o montante que lucrarmos com os juros for igual ou inferior à inflação, teremos perdido dinheiro, pois poderíamos ter investido em algo com maior lucratividade.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">A inflação pode ser definida como o aumento nos custos dos produtos e serviços, que se dá mediante à passagem do tempo, ou seja, o custo de vida. Se levarmos esse mesmo conceito ao planejamento de nossa vida, acabamos percebendo que não consideramos o quanto de nossas vidas custará seguir tal caminho, já que não sabemos, de fato, como estaremos daqui a alguns meses.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Se seguirmos por essa abordagem, não seria de se espantar, caso não enxergássemos certas oportunidades, ou rotas que não tivessem sido consideradas em nossa visão inicial. Esse é um grande problema, pois mudamos com o tempo, já que amadurecemos durante a vida. Seria um grande erro limitarmos quem nos tornamos, com toda a experiência que adquirimos, a quem fomos, quando traçamos nosso caminho.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="jt67071" class="p-jt67071 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>as oportunidades</h5>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="bk39818" class="p-bk39818 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Acabamos não enxergando as oportunidades que temos, justamente pela estreiteza de nossas visões, limitadas a objetivos imutáveis e imaturos. Estar na hora certa, no lugar certo, pode ter relação, ou não, com aquilo que planejamos. Devemos estar prontos para aproveitar as oportunidades, pois quando as mesmas surgem, não costumam ser adiadas. Mas, como estaremos prontos para elas, se não planejarmos antes? Como conciliarmos o planejamento, com a evolução e mudança constante?</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Aqui reside uma chave a ser entendida e é onde, talvez, as duas vertentes de pensamento possam ser reconciliadas. Escolher, rigidamente, um caminho para se aproveitar as oportunidades que surgem dele, é bom, mas muito limitado. Porém, quando isso é aliado a um propósito mais flexível que considera a aquisição de uma nova consciência, através de novas experiências de vida para que se tenham novas possibilidades, também.</p><p style="text-align: justify;">Quando escolhemos manter um caminho a qualquer custo, nos privamos de viver. A vida é um mecanismo dinâmico, onde vamos experimentando diversos tipos de aromas, sabores, músicas, viagens, relacionamentos e situações. Em cada vivência adquirimos mais consciência, nossa visão expande-se e novos horizontes se abrem. É necessário que possamos encontrar a nossa verdadeira natureza, dentre todas essas experiências, para que então possamos seguir, alinhados com esse propósito.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Ao descobrirmos essa natureza, seguimos nos aprimorando em coisas que nos levam a enobrece-la. Naturalmente, vamos fluindo leve, alegre e plenamente, de forma que tudo o que fazemos deixa de ser limitado ao nosso ego e passa a ser expandido à vida. O propósito se torna o foco.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Quando nos permitimos viver e experimentar, tornamo-nos mais abertos, livres e com maiores possibilidades. As oportunidades não “aparecem”, mas começamos a enxergá-las, pois sempre estiveram ali. Devido a nossa visão estar mais ampla, nosso leque também se amplia e novas direções podem ser seguidas.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="fdl6061" class="p-fdl6061 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>como acontece</h5>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="mdv1399" class="p-mdv1399 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Certo dia, durante uma de minhas viagens, pude perceber que formava-se uma tempestade a alguns quilômetros de onde eu estava. Eu estava em uma cidade do interior do estado de São Paulo, chamada Igarapava. Peguei o carro e fui de encontro àquele evento que parecia ser tão belo, com nuvens carregadas e baixas, bem como alguns raios belos que, delas, surgiam.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Do ponto alto onde estava, não havia quaisquer residências, ou obstáculos que me impedissem de ver o espetáculo da natureza. Sendo assim, comecei a tirar várias fotos, mas, ainda assim, no ângulo em que eu estava, de dentro do carro, senti necessidade de modificar a minha posição para obter uma fotografia mais primorosa.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Algumas fotos tiradas com sucesso, minha meta agora seria a de capturar um raio! Esse era um objetivo audacioso, porém, muito feliz, caso fosse possível realizá-lo. Foi então que comecei a tirar algumas fotos, mas, claro, não estava conseguindo capturar o momento exato daqueles belos fogos no céu, com tamanha velocidade.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Comecei a tirar fotos sequenciais, na tentativa de que alguma delas pudesse registrar aquele evento tão aguardado. Neste momento, me dei conta de que eu estava com um celular, dentro do carro, em meio a formação de uma tempestade, em um local privilegiado, tirando algumas várias fotos, para, em uma das centenas delas, capturar um único raio!</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Eu estava preparado, tinha percebido a oportunidade, mas não consegui registrar o raio durante as tentativas. Apesar do aparente fracasso, continuei a registrar o céu com aquelas nuvens belas, mas agora não estava mais obcecado por registrar tal evento. O interessante foi que, em algum momento, tirando as fotos aleatoriamente, cliquei no botão de captura e um raio caiu simultaneamente, o que me fez assustar, como se eu mesmo fosse o “disparador” dele.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Fiquei esperançoso por ter conseguido registrá-lo na hora certa, mas por uma questão técnica de baixa luminosidade, devido ao celular demorar um pouco mais que o meu clique para tirar a fotografia, processando previamente os efeitos, o raio não fora capturado!&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="ca73882" class="p-ca73882 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>o aprendizado</h5>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="cnq7615" class="p-cnq7615 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Devido a ter passado essa experiência, compreendi que existe um equilíbrio, uma linha tênue entre estar preparado e seguir o fluxo da vida, sem privar-se das experiências. Podemos dizer que o raio era a realização do objetivo; o estar preparado, na hora certa e no momento correto, com os recursos necessários, representava a vertente de pensamento fixa, que determina rigidamente o caminho; e que o tirar fotos aleatoriamente, clicando ao mesmo tempo em que o raio caiu, representa a segunda linha, que considera o fluxo natural da vida.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Um, não seria possível sem o outro. A experiência só se torna completa com o equilíbrio entre esses dois extremos: a força de vontade, com a fluidez; a disciplina, com o relaxamento; o planejamento, com a adaptação; o objetivo, com o propósito de vida; o privar-se e o permitir-se. Esses são pontos que considero importantes de serem praticados.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
</div></div>
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		<title>Um Novo Ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jan 2023 05:28:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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<div pagelayer-id="jua4642" class="p-jua4642 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder"><p style="text-align: justify;">Um novo ano se inicia e, com ele, novas oportunidades de realização. Muitos festejam essa passagem no ocidente e consideram que a mesma marque um recomeço, metas que poderão ser cumpridas, ou mudanças que advirão. Existe muita energia e entusiasmo (ou seria empolgação?) com toda essa celebração, o que pode ser muito produtivo, porém, será que, de fato, as nossas ações estão de acordo com o ideal que almejamos?</p><p style="text-align: justify;"><br /></p></div></div>
<div pagelayer-id="ql1865" class="p-ql1865 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>Por que celebramos?</h5>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="uau4245" class="p-uau4245 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br />Existe uma grande ansiedade para a chegada de um novo ano, pois as pessoas, principalmente no hemisfério Sul, estão entrando em férias de verão, seguidas por feriados festivos etc. Depois de um longo ano de atividades intensas, seria justo que pudéssemos tirar um tempo de folga, longe da pressão e do estresse vivido durante todo o ano.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Muitos não gostam daquilo que fazem, não pelo que fazem exatamente, mas por como fazem. Há também quem não goste de sua atividade profissional, mas que permaneça exercendo-a por questões financeiras. Outros adoram o que fazem, mas devido a sua rotina intensa e os prazos muito curtos, cansam-se.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Seja qual for a situação, esse momento festivo torna-se empolgante, pois há uma grande necessidade de recobrar as energias, longe dos mesmos ambientes e rotinas diárias. É incrível como nos sentimos bem neste período! Chegamos até mesmo a pensar que teria valido a pena passar tanto estresse, pois agora poderíamos desfrutar daqueles momentos. Mas essa nossa percepção estaria correta?</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Será que a vida seria somente um conjunto de responsabilidades a serem administradas? Será que estamos felizes com a rotina que criamos para nós mesmos? Quantos remédios tomamos para suportar aquilo que nos causa o adoecimento?<br /><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="ik0653" class="p-ik0653 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>A autorrealização</h5>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="qgw3465" class="p-qgw3465 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br />É errôneo pensarmos que qualquer atividade abusiva seja o preço necessário a ser pago para que sejamos dignos de viver alguns momentos de felicidade, como esse. Deveríamos fazer aquilo que mais gostamos, pois nosso trabalho não nos seria desgastante e, ao mesmo tempo, estaríamos muito felizes em realizá-lo. O nosso trabalho já seria a nossa recompensa.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Aquelas pessoas plenamente realizadas com aquilo que fazem, não vêem neste momento nada além de um marco festivo, ou algo parecido. Por serem felizes exercendo suas atividades, não esperam um feriado, ou uma data específica para darem uma pausa, pois já estabelecem seu próprio ritmo de trabalho.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">A celebração de um novo ano ocorre de uma forma bem parecida pelo mundo todo, exceto nos países onde ela ocorre em outra data. Porém, isso nos mostra o quanto somos parecidos em nossos comportamentos, em nossas formas de viver em sociedade, em termos globais.<br /><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="ccz7870" class="p-ccz7870 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>Padrões</h5>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="1gq7184" class="p-1gq7184 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Ano após ano vemos que muitas coisas se repetem em todos os níveis de nossas vidas. Alguns padrões, quando positivos, nos motivam a ir cada vez mais longe; porém, outros, nos fazem querer desistir constantemente.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Seja por um emprego ruim, ou alguma situação particular específica, acabamos justificando a nossa incapacidade de decisão com argumentos como: trabalho, falta de tempo, dinheiro, ou outra coisa qualquer.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Talvez essa época comemorativa possa nos levar a um pensamento mais conclusivo acerca do que estamos fazendo de nossas vidas, já que estamos sendo felizes durante tal período comemorativo. É hora de analisarmos nossas escolhas, sobre aquilo que decidimos aceitar, ou não.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Esperamos por um novo ano, acreditando que as mudanças virão com ele, porém isso é só mais uma forma de nos acomodarmos diante da vida. Procuramos mudanças, porém não realizamos mudanças! Isso é uma tremenda incongruência.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Precisamos, de uma vez por todas, entender que toda e qualquer mudança só pode ser realizada de dentro para fora. Muitos dirão que a mudança aguardada não seria de ordem interna, mas sim, externa. Eu respeito tal pensamento, porém gostaria de colocar aqui alguns pontos para que sejam considerados.<br /><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="pzl6373" class="p-pzl6373 pagelayer-heading" align="left">
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</style><div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>Analisando as causas</h5>
</div>
		
			</div>
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<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Toda a causa tem um efeito e todo o efeito tem uma causa. Essa é a Lei da Causalidade, descrita no livro O Caibalion, atribuído a Hermes Trismegisto. Isso quer dizer que cada coisa existente, teria derivado de uma causa primária. Essa afirmação é cabal e pode ser levada a todos os âmbitos da existência.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Considerando tal premissa como verdadeira, devemos observar os fatores, ditos externos, sob esse aspecto. Ao analisarmos mais profundamente, compreendemos que, geralmente, as coisas que buscamos mudar “lá fora”, foram derivadas do pensamento, da ação planejada a partir do interior de alguém, ou de alguns, que a executaram.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Seguindo o raciocínio, concluímos que, se cada um buscasse trabalhar o seu interior, suas inseguranças, seus medos, traumas, e/ou conflitos internos, já teríamos efeitos, ou consequências diferentes em nossa sociedade. Quando buscamos melhorar a nós mesmos, sabemos das dificuldades que encontramos, por isso também, nosso julgamento sobre outrem vai se tornando cada vez menor.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Antes de escrevermos nossas metas para um novo ano, devemos alinhar nossas atitudes, para que não fiquemos somente esperando a solução vir de alguém, ou de alguma situação específica.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="ua18357" class="p-ua18357 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>o Olhar para si mesmo</h5>
</div>
		
			</div>
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<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Nos colocamos disponíveis até a metade do dia para realizarmos atividades como: trabalho e/ou estudo, durante quase todo o ano. No restante do dia, só temos energia para prepararmos o jantar, cuidarmos da casa e irmos dormir. Que tempo nos sobrará para olharmos para o nosso interior? Talvez seja mais fácil olhar e julgar os fatores externos, já que não temos tempo de buscarmos as respostas dentro de nós, não é mesmo?</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">No fundo, por mais que pesquisemos, ou que possamos nos considerar atualizados em todas as notícias, ou revoluções que acontecem, estamos somente fugindo desse contato com o nosso ser, então culpamos a alguém, ou a algo. Somos preguiçosos quando o assunto se refere à escuta interior e ao trabalho de autoconhecimento.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">As dependências de todo o sistema planejado e criado para um determinado fim, tem como consequência o distanciamento do ser, de si mesmo. Ninguém mais tem tempo para olhar para si, para se dar atenção. Não percebemos que até o alimento que consumimos já está sendo preparado por outrem, quem dirá as nossas opiniões, aquelas que já se encontram “formadas” sobre algo. É de se pensar.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Que seja um novo ano de muita felicidade para todos nós; que as novas metas sejam realizadas; que todas as escolhas possam estar muito bem embasadas em nossos aprendizados anteriores; que nossas ações estejam alinhadas com o nosso propósito e que possamos olhar para nós mesmos. <br /><br />Feliz Ano Novo!</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
</div></div>
</div></div>
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		<title>Consumismo</title>
		<link>https://projetotransmutar.com.br/artigos/consumismo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Dec 2022 19:48:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;">O consumismo tornou-se um péssimo hábito praticado pela sociedade moderna. Não nos damos conta de quantos males ele pode nos causar, porém, somos levados a pensar de forma programada, quase que instintivamente, a partir deste princípio. Questões emocionais, ou mesmo psicológicas podem ser desencadeadas, justamente pelas consequências de tal “<em>modus operandi</em>”. Neste artigo vamos discutir um pouco mais sobre isso.<br /><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="mn82498" class="p-mn82498 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>INTRODUÇÃO</h5>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="aiu1022" class="p-aiu1022 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Compra e venda. Oferta e demanda. A base de todo o sistema capitalista se baseia nisso. As pessoas buscam algum meio de empreender e desenvolvem marcas e produtos, oferecem serviços e soluções, que visem sanar determinadas necessidades específicas. Quanto mais pessoas buscarem por determinado produto, ou serviço, mais vendas a empresa fará e, consequentemente, lucrará proporcionalmente.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Não haveria nada de errado nisso, se não fosse a forma como boa parte das empresas abordam as pessoas, utilizando-se de uma manipulação psicológica, moral e social, que as impele a consumir. À primeira vista, seriam só negócios, porém, como vamos ver, isso vai muito além do que simples ações de compra e venda, ou de oferta e demanda.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Precisamos entender que, muitas vezes, não necessitamos de certos produtos, ou serviços, porém somos convencidos de que precisamos. As propagandas, o marketing, nos envolvem de uma forma tão precisa e manipuladora, que acreditamos que somos mais importantes, melhores, ou mais felizes, porque adquirimos determinada coisa. Nos convencemos de que necessitamos daquilo para nos sentirmos bem.<br /><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="80d4531" class="p-80d4531 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>A MÁQUINA</h5>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="szk5751" class="p-szk5751 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Muitos acabam comprando cada vez mais, e se envolvem em dívidas crescentes, justamente por acreditarem que consumir seria a melhor opção. Isso é um grande problema, já que se dá muito mais valor às coisas externas, do que a si próprio, ou às suas condições, pois a pessoa escraviza-se, ao aderir a uma necessidade fabricada artificialmente.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">O princípio da escassez também contribui muito para a manipulação em prol de desenvolver o consumismo. As pessoas não têm qualquer necessidade de adquirirem tal produto, mas por ouvirem dizer que aquela oferta poderia encerrar-se em breve, adquirem-no para que possam sentir-se em paz, por não terem perdido a oportunidade.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">A ansiedade, tão comum ultimamente, tem relação direta com o imediatismo e o consumismo. Por não conseguirem vivenciar o presente, os anseios futuros, bem como o vazio interior de pessoas, impedem-nas de situar-se e serem gratas pelo momento presente. Isso faz com que as mesmas só consigam focar naquilo que não têm, pois não conseguem enxergar, no presente, aquilo que já têm.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Não observamos que, ao cultivarmos o desejo de obter algo, assumimos, de forma inconsciente, que já não temos. Por isso corremos para preencher esse "vazio" existente em nós, comprando. Os especialistas sabem disso e provocam o desejo, através do sentimento causado nas pessoas com suas propagandas, que instigam o consumo compulsivo e imediato.<br /><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="vwz431" class="p-vwz431 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>ESTRATÉGIAS</h5>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="dck2436" class="p-dck2436 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">A criação da cultura com base nas propagandas também faz com que uma sociedade inteira tenda a ser moldada em parâmetros que dizem o que é adequado (certo) e o que é inadequado (errado). Com base em tais parâmetros, as pessoas se mobilizam para comprarem aquilo que todos compram, para comerem aquilo que todos comem, para vestirem o que todos vestem etc.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Da mesma forma que as propagandas criam cultura, o oposto também ocorre, já que a própria cultura pode levar a uma estratégia de marketing direcionada à mesma. Datas religiosas, por exemplo, até hoje são modificadas em seus sentidos originais, para que possam ter alguma conotação positiva, que motive o consumo.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Se tratando de um país como o Brasil, onde os feriados religiosos, em sua maioria, são católicos, percebemos que o sentido do Natal, que é o nascimento de Cristo, teve associado a si, a história de São Nicolau (vulgo Papai Noel, ou <em>Saint Claus</em>), que presenteava as crianças carentes. Com isso, o foco deixou de ser a reflexão (ou penitência, em termos católicos) e passou a ser a distribuição de presentes.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Outros exemplos são o Carnaval (<em>Carnis Levale</em>) e a Páscoa, que não teriam qualquer relação com desfiles de escolas de samba, ou coelhinhos que botam ovos!&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Primeiramente, o carnaval seria um período sacro, de jejum e meditação, que prepararia o espírito para a data da páscoa, que seria considerada — pelos Judeus — a fuga e a libertação do povo hebreu do Egito, ou — pelos Cristãos — a ressurreição de Jesus. Existem vários outros exemplos, mas acredito que esses já sejam suficientes para entendermos como tudo isso se dá.<br /><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="rdq6164" class="p-rdq6164 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>CONSEQUÊNCIAS</h5>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="aml2849" class="p-aml2849 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Grande parte das pessoas coloca-se em um ritmo de trabalho frenético, justamente para conseguir pagar as dívidas que fez em prol de alguma motivação específica. Isso cria um estresse tão grande que a mesma sente que deve exercer sua profissão para pagar as contas, e não para fazer algo de que realmente goste. O ser humano subjuga-se ao colocar sua vida em função disso.<br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Um outro problema é que, muitas pessoas, apesar de serem convencidas pelo marketing de que tal produto ou serviço lhe será extremamente necessário para a sua felicidade, não detém recursos financeiros suficientes para realizar determinada aquisição, o que lhes gera uma grande frustração. Esse sentimento poderá ser controlado até certo ponto, mas tenderá a evoluir de alguma forma.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">No "melhor" dos casos, a pessoa se colocaria em uma posição de conformidade com sua situação, podendo entrar em algum grau depressivo, porém, no pior deles, a ira por sentir-se inferior geraria um sentimento de vingança, que manifestar-se-ia na usurpação de algum bem alheio e/ou mesmo na agressão àqueles que detiveram as condições financeiras ideais para a adquirir tal bem.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="jeb4613" class="p-jeb4613 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>CONCLUSÃO</h5>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="iid669" class="p-iid669 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br />Aqui aprofundamos algumas das implicações que o consumismo traz a nível humano-social. Nem sempre estamos atentos a tantos detalhes, porém, devemos estar sempre vigilantes e conscientes de toda essa sistemática criada para que o consumismo possa permanecer. É óbvio que não há nada de errado em criar um negócio próprio, ou empreender, desde que o mesmo não venha a manipular a mente e a conduta das pessoas e de toda uma sociedade.<br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Quanto mais conscientes estivermos acerca desses detalhes, menos sofreremos por desejos que não foram realizados, por padrões que não puderam ser atingidos, ou por quaisquer outros mecanismos que estejam vinculados à manipulação das massas.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">A parte material é necessária para que possamos estar condizentes com a realidade que vivemos, porém, não se faz a única esfera de atenção e interação humana. A alma, o espírito e a personalidade devem ser trabalhados e também atendidos em suas necessidades. De que vale sacrificar tudo isso em prol de trabalhar para atender a padrões estabelecidos por outros? Será que a felicidade poderia, realmente, estar sendo plena nesses termos? Que possamos estar conscientes disso…</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
</div></div>
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		<title>Meditação</title>
		<link>https://projetotransmutar.com.br/artigos/meditacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2022 04:08:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;">Certa vez ouvi alguém comentando que não conseguia realizar meditações devido à sua mente, que não se tranquilizava. Todos nós temos uma ideia do que seria a meditação, mas nos baseamos em supostas regras que condicionam e limitam a experiência a uma espécie de tortura, quando as mesmas nos dizem que devemos “anular nossos pensamentos”. Como podemos realizar uma meditação devidamente, sem que saibamos o que é essa prática, de fato?<br /><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="ifi8926" class="p-ifi8926 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h4>Os conflitos durante a meditação</h4>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="5w03807" class="p-5w03807 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Muitas vezes converso com pessoas acerca de práticas meditativas, exercícios, ou conhecimentos que promovam a aquisição de controle emocional, equilíbrio, saúde, espiritualidade, prosperidade etc. Certo dia, eu conversava sobre meditação com algumas pessoas e as trocas estavam sendo fantásticas, pois todos estavam contribuindo com aquilo que já haviam lido, presenciado, ou mesmo experimentado.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Passado algum tempo, uma pessoa comentou que não conseguia parar para meditar. Nós então a indagamos sobre o porquê disso. Ela nos respondeu que sua mente era muito difícil de ser controlada, pois percebia que a mesma ia a diversos lugares e situações que ficaram mal-resolvidas, conflitos e contas para pagar! Rimos, juntamente com ela, mas decidimos entender como se dá esse processo todo.<br /><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="m8w1432" class="p-m8w1432 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h4>os motivos</h4>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="8y95272" class="p-8y95272 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Durante a análise, fomos entendendo que o maior erro, quando se trata de meditação, se encontra justamente nas diversas informações — e desinformações — que encontramos em livros, internet, documentários etc. Existem tantas técnicas, tantas formas de se meditar, que a própria meditação se torna impraticável, devido à grande quantidade de coisas a se considerar antes e durante a realização da mesma.<br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Ora, se a meditação considera a paz mental como objetivo-fim de sua prática, como poderíamos atingir tal estado, se permanecemos utilizando a nossa mente para controlar todo o processo, de forma ininterrupta? Teria sentido estabelecermos uma grande atividade mental, ao mesmo tempo que tentamos minimizá-la? Isso parece ser uma prática estéril, que mais tortura e cria conflitos, do que os resolve.<br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Uma das regras mais conhecidas deste processo é a famosa “não pensar em nada”. Imagine a cena: você senta, coloca-se com a coluna ereta, cruza as pernas, respira profundamente, relaxa os ombros e fecha os olhos… Até agora tudo parece perfeito e, de fato está, mas por algum motivo, você acha que deve dizer “não pense em nada” … pronto! Acabou a meditação! Isso lhe soa familiar?&nbsp;<br /><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="bye7288" class="p-bye7288 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h4>aprofundando a análise</h4>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="fal179" class="p-fal179 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">O que acabou de acontecer pode ser explicado pelo simples fato de que estamos a utilizar a mente para controlar a própria mente. Ao orientarmo-nos “não pense em nada”, naturalmente, a própria mente se agita, pois ela não sabe o que é “o nada”, para não pensar nele. Nossa razão funciona através de modelos comparativos, conhecendo os opostos e definindo certos conceitos, ideias etc.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Quando condicionamos a meditação a uma experiência como essa, não estamos atingindo o real ideal da mesma. Tendemos a repetir diversas vezes a mesma instrução, mas a nossa mente, de forma desesperada, permanece tentando encontrar parâmetros para definir o que é “o nada”, para que consiga cumprir tal ordem. Esse não é o objetivo da meditação.<br />&nbsp;</p><p style="text-align: justify;">Para realizarmos tal prática, precisamos entender mais sobre ela, de uma forma mais precisa e sem tantos conceitos que nos limitem em nossa experiência, pois, até agora, tudo o que mais utilizamos foi a nossa mente, com toda a bagagem que carregamos conosco, até a hora de sentarmos para praticarmos.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="8k53980" class="p-8k53980 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h4>Meditação</h4>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="l8y3711" class="p-l8y3711 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">A meditação é uma forma de mediarmos a nossa realidade física e a espiritual. É estarmos realizando uma ação física que nos leva ao espiritual, bem como trazendo algo do espírito até a matéria. No<span style="color:#0047b2;"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%A1bua_de_esmeralda"><strong style="color: rgb(0, 71, 178);">&nbsp;oitavo verso da Tábua de Esmeralda</strong></a></span><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%A1bua_de_esmeralda"></a>, de Hermes Trismegisto, é dito: “Sobe da terra para o Céu e desce novamente à Terra e recolhe a força das coisas superiores e inferiores.”</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Se considerarmos que esse é o objetivo real da meditação, percebemos que ela vai além da questão mental, racional, pois o espiritual está além de tais condições. O espiritual só pode ser atingido, verdadeiramente, com o devido nível de sutilização das frequências cerebrais, pois o nosso estado de vigília, ou consciente, ainda é muito denso para a relação com o plano espiritual.<br /><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="2yb3512" class="p-2yb3512 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h4>o relaxamento</h4>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="8vd7478" class="p-8vd7478 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Para a realização ideal da meditação, devemos nos colocar em estado de relaxamento, não só do corpo, mas também da mente. O problema é que não costumamos explorar muito bem esse estado em nossas vidas e, por isso, não sabemos como chegar nele tão facilmente. Para que haja um relaxamento, devemos entender que não podemos criar quaisquer expectativas de controle, principalmente, da mente.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Na prática, orientamos o nosso corpo através da mente, o que funciona muito bem, inclusive para estabelecermos o relaxamento gradual dos membros, porém, não nos damos conta de que a mente não poderia ser orientada por si mesma, pois, entraria em colapso. Porém, se observarmos o momento em que nos preparamos para a meditação, anterior à instrução do “não pense em nada”, lembraremos que estávamos relaxados.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Observando tais conclusões, podemos entender que as distrações da mente começam a ocorrer quando a instruímos a fazer algo que ela não teria como executar sem referências lógicas e que, justamente por isso, ela vai buscá-las freneticamente em nosso banco de dados pessoal de memórias, o que nos causa agitação mental. Em contrapartida a isso, quando não colocamos qualquer orientação para a mente, conseguimos relaxar.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">É interessante perceber que a mente auxilia no relaxamento do corpo, mas que o corpo relaxado, de certa forma, induz a mente a um estado recíproco de relaxamento. Sendo assim, não devemos nos preocupar em “não pensar em nada”, pois isso, nos privaria do relaxamento devido. Quanto menos controle quisermos ter sobre os pensamentos, ou sobre a mente, melhor, pois vamos sutilizando as frequências cerebrais.<br /><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="dfj521" class="p-dfj521 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h4>a prática da meditação</h4>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="nml4486" class="p-nml4486 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Mas, como saberei se não estou pensando em nada? Na verdade, isso não importa. A mente irá produzir pensamentos de maneira compulsória, naturalmente, e a ideia é não se deixar seguir com os mesmos, já que nos levariam para longe de nosso centro. Utilizando-nos de uma respiração profunda e de uma condução mental para o relaxamento do corpo, agora basta deixar as coisas acontecerem. Os pensamentos irão surgir, os veremos, mas os deixaremos passar. Com o tempo, a frequência de pensamentos diminui.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Como não estamos mais preocupados em definir se estamos, ou não, pensando em algo, estaremos livres para viver a experiência real da meditação. Muita coisa sobre nós mesmos nos será revelada e, por isso, é importante estarmos abertos às respostas, que poderão ser marcos cabais para a mudança de nossas vidas.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Finalizando, lembrando do que aquela pessoa me disse em nossa conversa: “eu não consigo parar para meditar”. Eu pergunto para você que está lendo até agora: Por que sentar para meditar? E respondo: Só sente-se! Isso resume tudo!</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
</div></div>
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		<title>PERDÃO</title>
		<link>https://projetotransmutar.com.br/artigos/perdao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2022 00:20:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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<h4>INTRODUÇÃO</h4>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="4rg70" class="p-4rg70 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">A maioria de nós já experimentou o sentimento de decepção, mágoa, raiva, ou rancor. Muitas vezes nos dizem para conceder o perdão àquela pessoa em questão, que tanto nos impactou negativamente, mas não conseguimos fazê-lo tão facilmente. A pergunta correta não seria&nbsp; “por que não conseguimos?”, mas sim, “por que devo fazê-lo?”. A intenção deste artigo é abordar este tema com o maior cuidado possível, tentando abranger algumas das muitas possibilidades que o compreendem.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Quando nos sentimos magoados, irados, tristes, ou chateados com alguém, ficamos relembrando da situação que originou tais sentimentos. O pensamento é tão forte e intenso que acabamos por sentir as mesmas sensações em nossos corpos, independentemente de quanto tempo faça, desde o ocorrido. Esses padrões só nos trazem estresse e vários outros tipos de consequências negativas. Além de todo o ocorrido, ainda insistimos em nos frustrarmos continuamente, ao observarmos a nossa impotência diante de um passado imutável.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Ao cultivarmos tais sentimentos em nosso ser, trazemos uma gama de outros problemas de ordem mental, física, emocional etc. Independentemente de nossos recursos financeiros, ou de nossas oportunidades, se estivermos presos nesses padrões, não conseguiremos focar em outras coisas, pois a nossa energia estará sendo totalmente drenada por nossos pensamentos autodestrutivos. A mente não consegue focar-se no agora, pois está sendo atraída para o passado.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="2gn4302" class="p-2gn4302 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h4>POR QUE PERDOAR?</h4>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="qlc4443" class="p-qlc4443 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Até esse momento vimos que as questões interiores falam muito sobre como enxergamos as pessoas, as coisas e o mundo. Vimos como nos mantemos em padrões negativos repetitivos que nos levam a uma série de desequilíbrios mentais, emocionais e físicos, igualmente. Mas, como podemos encarar algumas coisas que nos ocorreram a partir da má-ação de outras pessoas e ainda assim, perdoá-las? Isso é possível?<br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Precisamos, antes de tudo, entender o porquê das coisas. Não vou dizer que seja possível, ou impossível, mas vou dizer que a lógica do nosso sofrimento parte do princípio daquilo que nós mesmos pensamos, ou cultivamos dentro de nós. Quando algo acontece fora daquilo que esperamos, nos frustramos, ficamos mal, nos sentimos ofendidos, ou algo parecido. É claro que, em muitos casos, nem mesmo temos consciência disso, pois somente reagimos negativamente (a nível mental, emocional, e/ou fisicamente), porém, precisamos realizar uma auto-observação após o ocorrido, para verificarmos se estamos agindo de maneira compulsória, ao cultivarmos as lembranças negativas de um momento pregresso.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Neste sentido, aprofundando um pouco mais o tema, podemos dizer que, geralmente, só nos sentimos profundamente magoados, tristes, ou decepcionados, quando conseguimos estabelecer algum nível de proximidade com outra pessoa. Mas, por que? Porque é a partir deste ponto, que começamos a esperar que essa pessoa possa agir de uma forma, ou de outra. É no momento em que criamos uma imagem dela, que estamos propensos a qualquer tipo de surpresa.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Para ficar mais ilustrado, podemos pensar nas seguintes situações:</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">1- Durante uma caminhada para casa, Carlos, ouve um grito do outro lado da rua. O grito partiu de um homem qualquer que acabou de agredi-lo verbalmente, mas que, após isso, seguiu o seu caminho. Carlos prossegue seu caminhar normalmente, como se nada tivesse acontecido;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">2- Durante uma caminhada para casa, Carlos, ouve um grito do outro lado da rua. O grito partiu de um grande amigo que acabou de agredi-lo verbalmente, mas que, após isso, seguiu o seu caminho. Carlos fica estático, sem saber o que fazer, ou dizer, totalmente em choque, devido ao fato de tais palavras terem sido ditas por seu grande amigo.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Em qual das situações podemos dizer que o impacto negativo perdurará por mais tempo e/ou, até mesmo, para a vida inteira? A segunda opção, obviamente. A imagem do “grande amigo” de Carlos teria sido desfeita naquele momento, o que o deixou completamente desorientado.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Com isso podemos concluir que, quanto maior for a proximidade com alguém, maior também será a chance de construirmos uma imagem dela que corresponda ao que nutrimos por ela e, sendo assim, qualquer ação executada pela pessoa que fuja do padrão de nossa projeção, ou imagem, nos causará algum tipo de abalo.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Entendemos que os nossos próprios julgamentos ou projeções sobre as pessoas é que definem o nosso grau de impacto mediante às ações das mesmas. Com isso concluímos que o nosso sofrimento maior se dá pelo fato de focarmos em nossa decepção recorrentemente, relembrando da situação vivida no passado, comparando-a com a imagem da pessoa que criamos ainda mais remotamente, tentando “recuperar a imagem quebrada” da mesma.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="hys4782" class="p-hys4782 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h4>A INFLUÊNCIA DAS EMOÇÕES EM NOSSA SAÚDE</h4>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="ivx2573" class="p-ivx2573 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Se prestarmos atenção, podemos perceber a incrível semelhança que a palavra “mágoas”, tem com “más águas”. Não sabemos se a morfologia da palavra tem origem nessa sentença, mas faz sentido. <span style="color:#0047b2;"><a href="https://www.institutoocadosol.org/mensagemdaagua"><strong style="color: rgb(0, 71, 178);">Masaru Emoto</strong></a></span><a href="https://www.institutoocadosol.org/mensagemdaagua"></a>, um cientista japonês, criou um experimento muito interessante a partir da observação dos cristais da água, quando expostos a diversos tipos de padrões emocionais. Ele separou diversos recipientes com água, oriundas do mesmo lugar, porém, em cada um dos recipientes ele colou uma palavra, ou frase específica e expôs a todos, publicamente. Várias pessoas passavam por ali diariamente e liam os frascos dispostos.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Ao final de um período, Masaru recolheu os recipientes e os levou para o seu laboratório. A conclusão foi fantástica: os cristais de água expostos a palavras que causavam emoções positivas continham cristais muito bem consolidados, com formas geométricas muito elaboradas; já os que foram expostos a palavras que causavam emoções negativas, tiveram seus núcleos distorcidos, com partículas dispersas pelas periferias, sem qualquer formato organizado aparente.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">É importante que analisemos esse fenômeno utilizando-nos de alguma base racional, científica. À primeira vista, seria impossível que simples papéis colados em um recipiente com água pudessem alterar a estrutura dos cristais microscópicos da mesma e isso realmente seria irracional. Se isso fosse possível, a água deveria ser poliglota para saber em qual idioma as palavras estavam escritas para traduzi-las corretamente!&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">O que aconteceu foi que, ao olharem para os recipientes, focando sua atenção nas palavras, as pessoas acabavam emitindo um tipo de vibração emocional que entrava em&nbsp; ressonância com o significado das palavras que estavam lendo. À medida que cada pessoa passava por ali e lia as palavras nos recipientes, os campos quânticos, delas e das águas,&nbsp; iam interagindo e fixando os mesmos padrões específicos em cada uma das amostras.</p><span style="color:#0047b2;"><p style="text-align: justify;"></p><p style="text-align: justify;"><a href="https://www.metropoles.com/colunas/claudia-meireles/ha-um-pequeno-cerebro-em-seu-coracao-garante-cientista-gregg-braden"><strong><br /></strong></a></p><p style="text-align: justify;"><a href="https://www.metropoles.com/colunas/claudia-meireles/ha-um-pequeno-cerebro-em-seu-coracao-garante-cientista-gregg-braden"><strong></strong></a><span style="color:#0047b2;"><a href="https://www.metropoles.com/colunas/claudia-meireles/ha-um-pequeno-cerebro-em-seu-coracao-garante-cientista-gregg-braden"><strong style="color: rgb(0, 71, 178);">Gregg Braden</strong></a><strong>&nbsp;</strong></span><strong></strong>é um cientista americano e teorizou sobre o coração ser considerado um segundo cérebro, pois comprovou que o mesmo contém uma rede de 40 mil neurônios, 75 trilhões de células sensoriais, capacidade de emanação eletromagnética até 5.000 vezes maior que o cérebro e que possui 6 vezes mais eletricidade. Com esses dados, seria anticientífico negar a possibilidade de influência dos campos emitidos pelo coração na água, vide os efeitos de nossas próprias emoções em nossos corpos!</p></span><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">O planeta Terra é composto por 70% de água, bem como o corpo humano (coincidência?). Se pensarmos que a água pode ter tamanha alteração em sua estrutura, considerando os padrões emocionais aos quais é exposta, é lógico concluir que o nosso corpo também sofreria tais modificações estruturais, devido à presença da água existente nele. Sendo assim, por que continuamos cultivando o rancor, as “más águas” por pessoas e/ou situações que nos machucaram tanto? Ao fazermos isso, estamos desestruturando todo o nosso sistema, causando uma série de problemas para nós mesmos. Um dos maiores deles é que não conseguimos viver no momento presente e aproveitar o que já se encontra à nossa disposição.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Buda disse: “<em>Guardar raiva é como segurar um carvão em brasa com a intenção de atirá-lo em alguém; é você quem se queima</em>.”</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="nhd5944" class="p-nhd5944 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h4>A LIBERTAÇÃO ATRAVÉS DO PERDÃO</h4>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="rmp8485" class="p-rmp8485 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Se conseguimos acompanhar e entender as coisas que foram expostas até agora, concluímos que o único prejudicado é aquele que carrega a mágoa, o ódio, a cólera dentro de si. Neste caso, a questão a se analisar se torna a seguinte: se a situação vivida já fora sofrida demais, por que criar um mecanismo para que o sofrimento seja perpetuado? Não há sentido para tal.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Sendo assim, encontramos um porquê real para perdoarmos e entendemos que não somos nós que perdoamos o outro, mas sim, nos libertamos dele e de quaisquer influências que o mesmo possa ter sobre nós, em termos gerais. Algum tempo depois, também começamos a desenvolver compaixão pelo mesmo, pois percebemos que não temos mais nada contra ele. Passamos a enxergá-lo sem julgamento, com liberdade e humanidade.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">O perdão é uma forma de fazer com que os laços cármicos se dissolvam, libertando a ambos de qualquer dívida que possam ter. Talvez por isso o mestre cristão, Jesus, focou tanto na questão do amor e do perdão, pois, o amor liberta, assim como o perdão. Essa liberdade não se refere ao outro, inicialmente, mas a nós mesmos primordialmente e, como consequência, também ao outro, indiretamente. A nossa prisão interior deixa de existir, pois o passado deixa de ter tanta importância, já que percebemos que estamos aqui, agora, com todas as possibilidades para realizarmos algo novo. Como disse Chico Xavier: “<em>Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.</em>”</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Reconhecemos que nunca estivemos presos, senão, somente por nossas próprias mentes.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Enfim, entendemos que não “devemos” perdoar o outro, mas sim, enxergamos que os maiores prejudicados somos nós mesmos, ao permanecermos cultivando os piores sentimentos, ao lembrarmos, constantemente, do mal que nos fora causado, o que também nos prende ao julgamento alheio. Quando percebemos o porquê de alguma coisa, tudo fica mais fácil, pois ninguém quer se dar ao esforço de realizar alguma tarefa árdua, sem que tenha um motivo válido.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
</div></div>
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		<title>Opiniões</title>
		<link>https://projetotransmutar.com.br/artigos/opinioes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2022 23:23:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;">Todas as vezes em que nos deparamos com alguma discussão, tendemos a levar a mesma para o lado pessoal. Muitas vezes a questão principal acaba sendo sutilmente deixada de lado e o foco passa a ser a busca da razão, a defesa de opiniões, a ofensiva ao outro. Na maioria das vezes, esse tipo de conflito não traz qualquer resolução à questão principal, já que definir quem está com a razão se torna a coisa mais importante. Existe alguma maneira de se estabelecer uma discussão que, efetivamente, venha a ser produtiva e que contribua para a resolução de alguma dúvida, ou problema?<br /><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="lyj9852" class="p-lyj9852 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h4>Como agimos</h4>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="9kp5426" class="p-9kp5426 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br />É fato que possuímos nossas próprias visões de mundo, nossas próprias maneiras de enxergar a realidade. É óbvio que cada pessoa será uma variável diferente, no que tange à essas definições da vida.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">A forma como somos "educados", ou melhor dizendo, formalizados, pela sociedade, faz com que busquemos sempre a razão, a defesa das opiniões, a aceitação do outro, bem como o reconhecimento alheio, por isso.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">É uma tremenda ilusão pensar que, somente por sermos eloquentes, ou por termos uma opinião formada sobre quase tudo, teríamos um maior status, ou reconhecimento, pois, na maioria das vezes, o nosso ego se torna tão inflado e ansioso por ser colocado em evidência, que afastamos boa parte das pessoas, devido a uma certa arrogância disfarçada.<br /><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="unt9065" class="p-unt9065 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h4>Porque agimos assim</h4>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="h5h6905" class="p-h5h6905 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br />Defender um ponto de vista, ou uma opinião, é um mau-hábito que se prolifera radicalmente entre as pessoas. É bem possível que, durante uma discussão, duas pessoas dotadas de visões semelhantes sobre um determinado tema, ao utilizarem&nbsp; palavras diferentes em seus argumentos, acabem por não perceber que "falam a mesma língua".</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Mas, ainda pior que isso, é o fato de que pessoas que detêm noventa por cento de concordância sobre algum assunto e discordam somente de dez, acabam focando mais nessa diferença do que nos noventa por cento de semelhança!</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Através dessas observações fica claro que a questão não é o assunto em si, ou o tema, mas o ego. A necessidade de provar-se superior ao outro. A necessidade de "defender" suas opiniões. Mas, se a nossa opinião fosse tão cabal assim, por que teríamos de defendê-la?</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Neste ponto, a questão principal começa a ser deixada em segundo plano, pois, levamos a defesa de nossa visão pessoal a tal ponto, que ela se torna soberana ao que realmente estávamos discutindo inicialmente. Não percebemos que se procuramos ter razão é porque já não a temos, pois se a tivéssemos, não a procuraríamos! Simples, não?<br /><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="nse9118" class="p-nse9118 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h4>sobre os conflitos</h4>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="ztu745" class="p-ztu745 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Isso é tão grave que, ausentes condições mínimas de controle emocional, a discussão pode levar a um conflito tão intenso que as agressões verbais acabam surgindo, bem como as físicas. Claro que estamos falando de situações extremas, mas são bem corriqueiras, apesar de tudo.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">O ponto é que a questão inicial, o problema, ou o tema principal quase sempre é esquecido sem que os envolvidos notem tal situação, já que estão inteiramente focados em seus argumentos posteriores para "terem a razão".</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">É ideal que possamos compreender que cada pessoa é livre para ter uma visão de mundo, da própria realidade e que por ter tal liberdade, não deve ser julgada dentro de nossos próprios parâmetros.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Se vivêssemos dessa maneira, também saberíamos de nossa liberdade para sermos quem somos, sem o receio do julgamento alheio. Assim, nossa sociedade tornar-se-ia muito mais transparente e as pessoas não teriam motivos para "defenderem suas opiniões", ou esconderem-se, com medo de expô-las.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">É óbvio que só se conquista a liberdade, através da responsabilidade e, sendo assim, a nossa responsabilidade primária seria o compromisso com a vida e, somente esse compromisso, quando bem entendido, já seria o suficiente para desenvolvermos o amor pelos nossos semelhantes.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="v1b1420" class="p-v1b1420 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h4>como encarar uma opinião</h4>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="uwv697" class="p-uwv697 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br />Uma opinião não deve ser enxergada como algo exclusivo, de nossa posse. Da mesma forma que o conhecimento é compartilhado, assim também deveriam ser as opiniões. Se as enxergamos como posse, tememos perdê-las e, por isso, as defendemos.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Ao compartilharmos opiniões, sem o sentimento de posse, contribuímos para que as outras pessoas possam ter mais algum parâmetro sobre aquele ponto que apresentamos e vice-versa. Se as nossas opiniões chegarem a alguma conclusão assertiva, ótimo, senão servirão como referenciais para analisarmos outras variáveis acerca do tema analisado.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">O desapego às opiniões deve ser a chave para toda e qualquer discussão, a fim de evitarem-se os conflitos.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">A forma como apresentaríamos as opiniões seria alterada naturalmente, a partir do momento em que pudéssemos entender que elas não são "minhas", nem dele, ou dela, mas são visões compartilhadas a fim de contribuir com uma conclusão mais elaborada sobre um determinado tema.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Espero ter contribuído, de alguma forma, para o desenvolvimento deste tema e espero que estejamos, cada vez mais livres, da falsa-responsabilidade de "defendermos opiniões", e/ou mesmo de buscarmos "ter razão".</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
</div></div>
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		<title>Vaidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Nov 2022 21:32:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;">Uma das maiores polêmicas que encontramos, principalmente, nos dias de hoje, é a definição do conceito real sobre a vaidade. Muitas religiões, ou filosofias, falam acerca do aspecto negativo da vaidade, já outras vertentes, ressignificam&nbsp; a mesma, trazendo um outro conceito. Afinal, se queremos falar sobre um tema, de forma geral, precisamos alinhar todos os conceitos acerca do mesmo, para que seja possível uma compreensão igualitária por parte de todos. Neste artigo falaremos, especificamente, sobre a vaidade, sobre seus conceitos, como ela se manifesta e como podemos identificá-la em nossas próprias maneiras de pensar e agir.<br /><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="l2m5549" class="p-l2m5549 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>O que seria vaidade?</h5>
</div>
		
			</div>
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<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">A palavra "Vaidade", em sua etimologia, segundo o <a href="https://michaelis.uol.com.br/palavra/zanRM/vaidade/" style="color: rgb(0, 102, 204);">Michaellis</a>, vem do Latim “Vanitas", que seria "a qualidade, ou característica de tudo o que é vão". A polêmica sobre a vaidade não se dá, somente, pelo seu significado, mas também pela questão moral que advém dele. O maior problema é que a definição do que seria supérfluo, ou vão, para uns, não seria para outros.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Para algumas pessoas a beleza física é algo que representa o seu ser como um todo, bem como nobreza, saneamento, tradição, etc., mas para outros, ela não possui tal importância, já que, para esses, as pessoas deveriam ser valorizadas pelo que são, independentemente de como elas se apresentam.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Algumas seitas indianas de linhas ascetas, limitam a utilização de algum membro do corpo a tal ponto, que o mesmo acaba sendo atrofiado, justamente para lembrar ao praticante da futilidade do físico e também para que as pessoas possam reconhecê-lo como alguém que dedica a sua vida em prol de sua busca espiritual. Já algumas tradições orientais deformam os pés das mulheres, quebrando-lhes os ossos dos pés, através da utilização de calçados específicos que servem como formas, para que limitem-se aos padrões de beleza tradicionais.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">É possível que alguém que se importe com a beleza não veja sentido algum em prejudicar o próprio corpo em busca de algum objetivo espiritual. Da mesma forma, alguém que busca o espiritual com tal afinco, não vê sentido em prejudicar o próprio corpo para se conquistar um padrão específico de beleza. Nestes casos, o corpo físico seria o cerne da discussão. O corpo físico é o fator visível, mas também é possível que a vaidade ocorra no plano mental, da mesma forma.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="t6u9224" class="p-t6u9224 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>Como a vaidade se manifesta?</h5>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="mgh9199" class="p-mgh9199 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">A nível mental a vaidade pode se dar até mesmo quando a pessoa se recolhe, ou se apresenta de forma introvertida, mas não por ser assim, de fato, mas por sentir-se superior aos outros, ao considerar que seja um desperdício de tempo interagir com pessoas tão inferiores a ele. Por outro lado, temos aqueles que buscam conquistar a todos, aproveitando toda e qualquer oportunidade para fazer-se útil, objetivando o reconhecimento alheio. É bom ressaltar que, muitas vezes, tais padrões de comportamento não são conscientes e se manifestam compulsoriamente, enquanto a pessoa em questão não tomar consciência dos mesmos e trabalhar para conseguir modificá-los.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">A intenção aqui não é julgar o que seria certo, ou errado, mas sim, estabelecer alguns limites opostos e extremos, para que seja possível nos situarmos.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Podemos dizer que aqueles que não vêem sentido em certas atitudes tomadas em prol desse, ou daquele objetivo, consideram tais ações como fúteis e, sendo assim, são derivadas de algum tipo de vaidade. Aqui percebemos quão complexa é essa definição, quando tentamos estabelecê-la em termos gerais.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Pelo que observamos dos dois extremos, podemos concluir que a vaidade pode se manifestar como qualquer pensamento, ou atitude exagerada em prol de se definir como algo, alguém, ou alguma coisa, buscando o reconhecimento alheio, bem como qualquer destaque.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Se conseguirmos entender a vaidade através dessas observações e conclusões que transcendem à sua própria simples definição, poderemos reconhecê-la mais facilmente, inclusive em suas manifestações mais sutis, dentro de nossos pensamentos e atitudes. A vaidade nos prende a um olhar externo referencial e faz com que nos adaptemos aos padrões alheios e, com isso, mesmo que não percebamos, nos distanciamos, cada vez mais, de nós mesmos, de nossas próprias referências e de nosso interior.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">A maioria de nós busca relacionar-se com pessoas verdadeiras, confiáveis, sinceras e autênticas, independente do tipo de relacionamento. O problema é que, raramente, nos perguntamos se nós próprios possuímos tais atributos. A vaidade nos leva para um polo onde nos sentimos destacados dos outros, então julgamos o "melhor" e o "pior". Não percebemos que a posição em que nos colocamos foge à realidade de quem realmente somos, pois, igualmente, buscamos fugir, constantemente, da mesma. Preferimos a ilusão criada, do que a realidade trabalhada. Somente quando pararmos de fugir, tomarmos consciência e começarmos a trabalhar em nossa própria realidade é que estaremos sendo verdadeiros.<br /><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="pup9589" class="p-pup9589 pagelayer-heading">
<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>O que não seria vaidade?</h5>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="hjt7698" class="p-hjt7698 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">A vaidade se manifesta sutilmente em várias situações, porém, o que não seria vaidade? Essa questão talvez seja ainda mais difícil de responder, porém, com o que pudemos concluir nos parágrafos anteriores, talvez possamos encontrar essa resposta mais facilmente.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Se entendemos que a vaidade se baseia em extrapolações que consideram o reconhecimento e os padrões externos, podemos entender que qualquer pensamento, ou atitude que não se baseie nesses parâmetros deixaria de ser vaidade. Ao se assumir, verdadeiramente, a realidade e trabalhar assiduamente na mesma, se conquista uma maior autonomia e independência, pois não há mais a necessidade de se utilizar os padrões externos para conseguir “se sentir alguém”.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Pela física, dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço, logo, se existimos, o espaço que ocupamos é só nosso. Se cada um de nós possui o seu próprio lugar no espaço, por que lutarmos por ele? Não há sentido nisso. A vaidade só pode nos levar à ilusão da competição e da luta, por isso temos tantos conflitos no mundo. Precisamos reconhecer a pluralidade e nos sentirmos gratos por ela, pois é justamente o fato de sermos todos diferentes, que torna a vida cheia de possibilidades e beleza. Que possamos assumir quem somos, verdadeiramente, sem sermos fúteis, ou vaidosos, ao definirmos quem somos, baseados em um referencial externo, buscando destaque, ou reconhecimento alheio.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
</div></div>
</div></div><p>O conteúdo <a href="https://projetotransmutar.com.br/artigos/vaidade/">Vaidade</a> aparece primeiro em <a href="https://projetotransmutar.com.br">ProTran</a>.</p>
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		<title>A Jornada de Cada Um</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2022 15:23:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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<p style="text-align: justify;">Muitos de nós temos algumas conclusões sobre o que seria o "caminho correto", mas sempre o baseamos em nossas próprias experiências. Quando tentamos ajudar alguém, devemos ter cuidado com a abordagem que fazemos, pois o nosso caminho, as nossas próprias conclusões acerca da vida, podem não ser as mesmas da outra pessoa. Como diria Carl G. Jung: "Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana”.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">É comum que esqueçamos que, durante nossa trajetória, também recusamos muitos "conselhos", pois, na verdade, queríamos - e precisávamos - ter uma determinada experiência, uma determinada conclusão sobre aquele determinado tema. Fixamos os nossos aprendizados em nossa mente, mas costumamos não nos lembrarmos do processo que empreendemos até que chegássemos a tal convicção.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Justamente neste ponto acabamos errando, quando não nos atentamos ao processo alheio, ao respeito à caminhada de cada um. Se realmente queremos ajudar alguém, devemos confiar neste alguém, tão profundamente, que o mesmo a perceba transbordando de nós, até ele. Isso cria um sentimento de aceitação, de não-resistência, de respeito e amor, tão grandes, que a pessoa passa a se sentir responsável, incondicionalmente, por suas ações e tomará suas decisões com total ausência de influências de nossas opiniões pessoais. Isso lhe trará clareza!</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Agindo através deste viés, estamos sendo empáticos, ao respeitarmos a autoridade que é o outro. Se conseguimos compreender que somos deuses em manifestação, também devemos reconhecer a divindade que é a outra pessoa. Ela está criando o próprio caminho, dando seus próprios passos, que lhe conferirão autoconfiança e autorresponsabilidade para lidar com a vida. É fantástico o processo que cada um de nós empreende para compreendermos melhor a vida e a experiência na matéria.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">A alma humana, independente do corpo, é puramente vida, amor e luz. Devemos enxergar esses atributos, primeiramente em nós mesmos, depois em cada pessoa que existe ao nosso redor. Somente dessa forma estaremos nos libertando de todo o julgamento acerca de um determinado "caminho certo", pois podemos partir de pontos diferentes, seguindo por caminhos diferentes, vendo coisas diferentes, mas chegando ao mesmo lugar. Assim ocorre com quem sai do Amazonas para Brasília, objetivando encontrar com alguém que está saindo de São Paulo para lá: ambos se encontram no mesmo lugar, porém, passam por caminhos e paisagens diferentes.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Cada caminho é único e essa é a beleza da criação. Não há sequer uma experiência igual à outra, já que a intenção do Criador era experimentar, de diversas formas, a vida na matéria. Costumo dizer que, seguindo pela Lei da Correspondência ("o que está em cima é como o que está embaixo; o que está embaixo é como o que está em cima"), posso dizer que, da mesma forma que criamos nossas maquetes e desejamos saber como seria viver ali, também essa possa ter sido a Intenção Primordial da Criação.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Entendendo que possuímos a mesma essência para que possamos vivenciar experiências diferentes, conseguimos uma visão mais elevada que nos repele de estabelecer quaisquer julgamentos sobre o outro. Seguindo por esses parâmetros, por termos a mesma essência, estamos conectados e, ao termos essa consciência, percebemos que não faz sentido julgar, pois, ao fazê-lo, estaremos julgando a nós mesmos.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Então quer dizer que não existe um caminho correto? Sim, existe: o interior.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Não temos que olhar para fora de nós, buscando convencer a esse ou àquele de uma determinada “verdade”, mas precisamos, constantemente, verificarmos em nós mesmos as nossas tendências, os nossos vícios, os nossos padrões e aprendermos a lidar com todos eles, até o ponto de eliminá-los. Quando estamos realizando este processo interior, também aprendemos a lidarmos melhor conosco mesmos, aceitando-nos e perdoando-nos e isso, consequentemente, é expandido para todos os outros.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Somente podemos dar aquilo que temos. Isso é uma regra. Se sabemos lidar com as nossas próprias mazelas, nossos próprios erros e traumas, perdoando-nos por completo, também o faremos para com os nossos semelhantes. Da mesma forma, o inverso: quando não estamos bem estabelecidos em nós mesmos, quando preferimos fugir de nossa própria realidade interior, negando-a e escolhendo a revolta como armadura, também projetamos nossas frustrações nos outros e isso se torna cíclico.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Como vimos antes, cada um de nós detém uma certa trilha, percorre um certo caminho, mas, no final, nos encontraremos no mesmo lugar. O ponto é: devemos focar em nossa própria jornada, resolvendo nossas questões interiores para que possamos espargir amor ao nosso entorno, pois esse é o único e verdadeiro valor entre as relações, sejam aquelas que duram alguns segundos na rua, quando nos perguntam as horas, ou aquelas&nbsp; que se estendem por vários anos consecutivos.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Respeito é um substantivo oriundo do latim “respectus”. “Re” vem de “de novo” e “spectus” vem de “olhar”, sendo assim, “olhar de novo”. Quando analisamos essa palavra pela ótica de seu próprio significado original, percebemos que a mesma nos leva a “pensarmos duas vezes”, sobre aquilo a que estamos sendo apresentados. Até por esse aspecto podemos ver que precisamos prestar atenção, escutar, observar, aprender com tudo e com todos, pois, apesar dos caminhos serem diferentes, as experiências alheias, obtidas em algumas partes deles, podem servir como referências para nós, quando nos depararmos com situações semelhantes em nossa própria jornada.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Creio que, com essas análises, já devemos ter compreendido que o fugaz “caminho certo” não existe. A vida não é como um mapa onde devemos encontrar a trilha que leva ao “X”. Cada vida é o próprio mapa e o próprio “X”: a trilhamos e seguimos para chegar à sua própria plenitude, pois a vida dá sentido a si mesma. A vida, pela vida. Vivenciar para viver. Experienciar através da vida, pela vida que se tem.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Que a gratidão, a alegria pela oportunidade de estarmos, todos, convivendo neste exato tempo-espaço na Terra, possam estar presentes em cada um dos corações. Que não mais nos dividamos buscando definir o certo ou errado, pois cada visão diferenciada encontrada é complementar à nossa própria e nos leva a níveis de compreensão, aceitação e humildade reais, mais elevados. Que o seu caminho possa ser vivido plenamente e que a sua jornada interior possa te levar para a imensidão do Universo que é você, através do portal de seu coração.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
</div></div>
</div></div><p>O conteúdo <a href="https://projetotransmutar.com.br/artigos/a-jornada-de-cada-um/">A Jornada de Cada Um</a> aparece primeiro em <a href="https://projetotransmutar.com.br">ProTran</a>.</p>
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