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	<title>Arquivo de História - ProTran</title>
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	<title>Arquivo de História - ProTran</title>
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		<title>UMA EMPRESA SEM FIM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2022 21:31:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Fundamos uma empresa, mas não estabelecemos a sua finalidade. Abrimos vagas para cargos e funções a serem ocupados, mas não os definimos. Alguns candidatos às vagas se apresentam e, como não temos uma finalidade para a nossa empresa, os mesmos pleiteiam cargos de liderança, de grandes salários e apresentam propostas de coisas que eles próprios querem realizar em prol dela. Devemos decidir qual dos candidatos será o melhor, mas, ao mesmo tempo, não sabemos definir tal quesito, considerando o fato de que não sabemos onde queremos chegar com a nossa empresa, qual a finalidade da mesma. Além disso, devemos assegurar-lhes os seus salários, mesmo que não façam aquilo que prometeram durante os quatro anos seguintes de contrato. Seria possível que essa empresa tivesse sucesso?</p><p style="text-align: justify;"><em><br /></em></p><p style="text-align: justify;"><em>Pólis</em>, na Grécia. Um sistema democrático, estabelecido pela própria população que direcionava as decisões a serem tomadas em prol da sociedade, embasada em sua necessidade coletiva e efetiva. Um representante, profundo conhecedor da realidade comum em questão, era escolhido para que fosse a voz dos interesses legítimos da mesma. Dos processos de organização social estabelecidos na Pólis, originou-se a palavra “Política”.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Neste momento, alguns poderão estar se perguntando: “Mas, qual seria a relação do título do texto com o conteúdo apresentado até agora?”. Muito bem, vamos ao esclarecimento dessa dúvida.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Se, aparentemente, o conceito de uma empresa que não possui um fim, uma finalidade específica, não teria qualquer relação efetiva com a abordagem histórica e política da <em>Pólis</em>, por que a fazemos hoje em dia? O que quero dizer com isso é que o que chamamos de Política, hoje, não tem qualquer relação com o conceito inicial da Pólis grega. Ao invés disso, a empresa sem fim, exemplificada no primeiro parágrafo, parece ter, exatamente, as mesmas premissas executivas que vemos hoje no sistema ao qual denominamos “político”.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">É triste ver que as pessoas, que deveriam ser o verdadeiro motor social, se dividem através de discussões, defendendo essa ou aquela polaridade, candidato, proposta, ou visão. Elas&nbsp; realmente estão acreditando que “o seu lado” possa estar certo, considerando uma determinada “política”. Se entendermos o sentido real da palavra, não mais atuaremos em prol deste, ou daquele “lado”, já que tais “lados” foram criados justamente para dividir opiniões, exaltando, cada vez mais, o ódio, a intolerância e a violência, desviando o nosso olhar das questões que realmente importam.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">“Dividir para conquistar”, como diria o ditado, que se faz verdadeiro até os dias atuais. Há algum tempo fiz um post no Instagram falando da dialética, mas, não foram todas as pessoas que puderam reservar um tempo para pesquisar sobre isso, então, de forma resumida, gostaria de abordar o tema.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">A dialética, do grego <em>dialetiké</em>, de prefixo “<em>dia</em>” (troca) e sufixo “<em>letiké</em>” (possui a mesma raiz que <em>logos </em>- pensamento/razão), sendo assim, pode ser traduzida livremente como “diálogo racional”. Por padrão, essa técnica era utilizada para estabelecer novas hipóteses lógicas para determinadas situações ainda não totalmente exploradas. Para isso, utilizava-se uma tese, apresentava-se uma antítese e, após diálogo extenso, chegava-se a uma síntese. Resumidamente, a dialética era usada dessa forma, porém, em algum momento, ela começou a ser utilizada da forma inversa, onde, através de uma síntese já definida, manipulava-se o povo, criando uma tese e uma antítese para que o mesmo pudesse dividir-se entre os dois “lados”. Mas, para que dividir a população? Simplesmente porque as pessoas não conseguem pensar fora das polaridades, assumindo determinados postos de julgamento do que seria certo (quando de acordo com suas convicções) e do que seria errado (quando não-concordantes com ela).</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
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<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: center;">Dialética</p>
</div></div>
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<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Falando desse conceito na abordagem “política”, podemos dizer que, ao dividirmos a população, estamos promovendo a perpetuação da síntese previamente estabelecida. As pessoas acabam por estagnarem suas visões, sendo condicionadas e limitadas a hipóteses previamente definidas, sendo apresentadas, constantemente, a teses e antíteses, o que as impossibilita de enxergarem além. Isso faz com que não nos foquemos em nossos ideais como sociedade, justamente para que não consigamos acompanhar o que será, ou estará sendo feito em prol disso.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">De todos os Poderes, daquilo que consideramos “política”, o povo deveria ser um e o mais poderoso deles, não por um falso-moralismo concedido, mas porque efetivamente, o é. O povo é a maioria, é a própria sociedade. O povo unido não tem como ser inferiorizado, pois o poder de uma minoria, que vem sendo mantido por tal síntese previamente estabelecida, não resistiria à força de toda uma população consciente, que agora enxerga mais adiante e não perde mais tempo discutindo sobre assuntos polarizados. Precisamos assumir que nós somos a verdadeira mudança e que não conseguiremos mudar nada a partir de uma visão alheia ao que vivemos.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Devemos perceber que essa estratégia é utilizada em vários âmbitos, não só na política, mas também na religião; no que chamamos de ética e moral;&nbsp; no canal de notícias ideal; nos times de futebol, etc. Todas essas polarizações são formas de manipulação em massa, que concedem a todos os seus idealizadores, organizadores e executores, o verdadeiro poder. Para a maioria de nós pessoas famosas têm muito poder, porém, aqueles que possuem verdadeiro poder, não têm fama, estão ocultos.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Em um ambiente empresarial, se um diretor possuir dois gerentes de projetos subordinados a ele, e o mesmo quiser que somente um se mantenha na empresa, é bem provável que ele (a síntese), fará com que exista um gerente “bom” (a tese, que ele quer que se mantenha) e um “ruim” (a antítese, que ele quer que se demita). A estratégia que o diretor utilizará será pautada em fazer com que os colaboradores subordinados ao “gerente ruim”, não gostem dele, então lhe fará cumprir metas com prazos extremamente curtos, cobrando-lhe com rigorosidade, bem como também poderá tirar certos privilégios de seus colaboradores, através da ordem do tal gerente, para que eles o reprovem ainda mais. Agora conseguem imaginar como isso acontece em outros cenários, incluindo o “político”?</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Considerando tudo isso, será que vale mesmo a pena continuarmos excluindo, odiando, julgando, ou mesmo violentando nossos irmãos por não terem a mesma “opinião política” que a nossa? Será que estamos discutindo “política”, ou terceirizando a culpa por nossas frustrações, em outro irmão? Até quando iremos enxergar opiniões complementares, como opiniões contrárias? Um ponto muito importante para pensarmos é este: nem sempre a nossa necessidade, ou a nossa opinião é igual a do outro, porém, não quer dizer que uma, ou outra, esteja errada, elas são complementares, necessitam de serem ouvidas igualmente.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Temos que parar para pensar, realmente, em tudo isso. Devemos considerar que podemos estar contribuindo, dia após dia, com a manutenção de alguns poucos no poder. O sentido não é derrubarmos, ou prejudicarmos a alguém, mas de percebermos a manipulação que se instaura sem que a percebamos e a paremos, definitivamente! Só assim, através da união em massa, bem como da conscientização e atitude correta, é que teremos chance.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Mas, já que é assim, qual seria a atitude correta? A resposta parte da pergunta feita no primeiro parágrafo, que é o tema principal deste artigo. Devemos, antes de mais nada, saber exatamente o que queremos para nós como sociedade, devemos ter uma finalidade como tal. Precisamos estabelecer objetivos e metas, assim como em uma empresa. Não adianta ficarmos debatendo as propostas de candidatos que se apresentam como “salvadores”, objetivando realizar tarefas das quais não são compatíveis com nossos propósitos.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Para que uma empresa possa ter sucesso é preciso que a mesma tenha uma finalidade, uma missão, visão e valores bem estabelecidos. É necessário que se tenham objetivos, meios e metas para que se alcancem os mesmos. Nada pode dar certo, principalmente ao se envolver uma quantidade massiva de pessoas, sem organização. É preciso que a população entenda que uma sociedade ideal só será possível com união para que, assim, defina os&nbsp; meios pelos quais essa união possa prevalecer e, enfim, se estabelecer.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Que saibamos enxergar as manipulações existentes e que não nos revoltemos com os nossos irmãos, pois eles também fazem parte da sociedade ideal que queremos. As redes sociais estão aí para que possamos fazer diferente: podemos instigar a cooperação, os diálogos e a escuta. Nossos antecessores vieram atuando dentro desses moldes da “política”, mas não tiveram sucesso. Será que já não estaria na hora de discutirmos os modelos do que consideramos “política”, ao invés de discutirmos “lados”, ou “partidos”, que, por si mesmos, já pregam a divisão? É de se pensar.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Percebam que o título não é UMA EMPRESA SEM-FIM, mas sim, UMA EMPRESA SEM FIM… Tem uma eternidade de diferença!</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
</div></div>
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		<title>Grandezas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2022 00:09:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes lemos, vemos em algum vídeo, ou ouvimos alguém falar sobre coisas gigantescas, algumas delas dantescas, em termos de medidas. Sabemos que hoje a informação nos é muito mais acessível do que outrora, porém, as nossas bases de raciocínio muitas vezes se estagnam, pois, a facilidade é tanta, que não precisamos pensar sobre a informação que acessamos.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Uma das coisas que pensei outro dia foi relacionada, justamente, com os números. Estava ouvindo falar sobre distâncias, sobre dimensões de algumas formações naturais, mas percebi que eu não estava me atentando devidamente às informações, até que comecei a raciocinar e comparar as medidas, os números, com coisas conhecidas. Só ali, pude perceber quão grandes eram alguns daqueles itens.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Pensando nisso, resolvi escrever este artigo para instigar as comparações, as noções reais sobre algumas coisas e suas dimensões, a fim de que possamos obter alguns novos parâmetros de comparação e desenvolvamos um senso maior de análise e comparação.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
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<h2></h2><h5 style="text-align: justify;">1. BURJ KHALIFA</h5>
</div>
		
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<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Concluído em 2010, o Burj Khalifa localiza-se em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. Possui 828 metros de altura! Ele foi projetado para ser o mais moderno de todos os arranha-céus. É altamente resistente aos ventos fortes e às extenuantes temperaturas da região. Ele foi planejado para ter uma estrutura piramidal e três alas centrais reforçadas, que lhe conferem a estabilidade necessária para chegar tão alto!</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Para se ter uma noção de quanto ele é alto, muitas pessoas que chegaram até o seu topo dizem ser possível ver a curvatura da Terra de lá. Em termos comparativos, ele teria aproximadamente o comprimento de 8 campos de futebol!<br /><br /></p>
</div></div>
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<h5>2. mONTE EVEREST</h5>
</div>
		
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<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Agora que já conhecemos o edifício mais alto do mundo, vamos falar sobre uma formação natural ainda mais alta do que ele, para ser mais preciso, 10 vezes mais... Sim, o monte Everest!</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">O monte Everest, assim batizado em 1865, pela Royal Geographical Society, faz parte de uma cordilheira dos Himalaias. Localiza-se entre o Nepal e o Tibete. Ele possui um pico situado a 8.848,46 metros acima do nível do mar. Sim, são quase 9 Km na vertical! Isso é quase impossível de imaginar.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Só para efeitos comparativos, se fôssemos realizar um trajeto de 9 km andando, levaríamos cerca de 2 horas e 15 minutos, a uma velocidade média de 4 km/h! Isso já nos faria despender bastante tempo, porém, imagine se o fizéssemos subindo, contra a gravidade, como seria no caso do Everest? Por isso é considerada uma grande vitória, até hoje, escalá-lo e chegar até o seu topo, pois, além do próprio trajeto ser longo, também é considerado mortal, pois as intempéries climáticas, bem como o próprio ar rarefeito, dificultam o progresso do alpinista, que muitas vezes, pode acabar desistindo.<br /><br /></p>
</div></div>
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<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>3. MAUNA KEA</h5>
</div>
		
			</div>
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<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Agora que temos parâmetros comparativos das dimensões do Everest e que entendemos o quão grande ele é, vamos trazer uma formação natural, uma ilha, que pode ser considerada a mais alta do planeta: Mauna Kea.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Mauna Kea é uma ilha do Havaí. Para ser mais preciso, ela é um dos extintos vulcões em escudo (a lava que fluí acima dele escorre para todas as direções e vai sedimentando-se em volta do mesmo, fazendo-o parecer com um escudo, visto do plano superior).</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Essa ilha possui 4.207 metros de altura! Mas, você deve estar se perguntando "por que ela seria maior que o Everest?" e, claro, seu argumento tem total sentido! O que acontece com essa ilha é que a sua base fica há 5.898 metros nas profundezas do Pacífico! Ou seja, da base dela, até o topo, nós temos surpreendentes 10.105 metros, ou 10,1 Km!</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Imagine estar em um ambiente tão elevado onde se consiga ver perfeitamente o horizonte. Pois é, você sabia que, em perfeitas condições de visão, de ar e clima, o olho humano só conseguiria enxergar até 5 Km de distância, por conta da curvatura da Terra? Então, esses 5 km de distância até o horizonte, ainda seria a metade da extensão que possui o monte Mauna Kea!</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
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<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>4. Fossa das Marianas</h5>
</div>
		
			</div>
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<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Eu não sei você, mas, só de pensar em estar no Mauna Kea, entrando no mar e sabendo que ali abaixo teria mais de 5 Km de profundidade, já ficaria, no mínimo, hesitante. Porém, na Depressão Challenger, na Fossa das Marianas, próxima das Ilhas Marianas, foi encontrado o lugar mais profundo do oceano, com 10.924m de profundidade.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Isso é tão insano que poderíamos afundar a ilha de Mauna Kea por completo ali e ainda sobraria um pouco mais de 800 metros abaixo dela! Imagine quanta vida pode existir abaixo das águas oceânicas, com tanto espaço!&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">É sabido que conhecemos mais o espaço, que nossos próprios oceanos. Sendo assim, poderíamos dizer que ainda há chances de encontrarem lugares ainda mais profundos com o tempo, já que a tecnologia precisaria avançar o suficiente para conseguir vencer a pressão das águas em meio a profundidades tão grandes.<br /><br /></p>
</div></div>
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<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>5. Planeta Terra</h5>
</div>
		
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<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Se nos surpreendemos com as dimensões das coisas que existem em nosso planeta, imagine quanto espaço deve ter o próprio planeta, para conter tudo isso! Em termos de cálculos simples, a linha do Equador possui cerca de 40.000 km. Quando calculamos o seu diâmetro, chegamos ao valor de 12.742, com um raio de 6.371. Estamos considerando esses valores em um plano, porém a Terra, com seus oceanos e a própria atmosfera, possuem profundidade.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Na geometria plana, o eixo X é a largura e o eixo Y é a altura, mas, como vivemos em uma dimensão tridimensional, precisamos considerar o eixo Z, a profundidade. Quando falamos de profundidade, falamos de volume, uma propriedade da física e, ao mesmo tempo, da geometria espacial.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">O volume da Terra, considerando suas três dimensões, possui, aproximadamente, 1.08*10²¹ Km³, ou 1.083.206.916.845,75 km³ (um quadrilhão, oitenta e três bilhões, duzentos e seis milhões, novecentos e dezesseis mil, oitocentos e quarenta e cinco e setenta e cinco quilômetros cúbicos). Só para que possamos ter uma simples noção: se fôssemos contar, ininterruptamente, de um-em-um, a cada segundo, até esgotarmos esse número, demoraríamos, aproximadamente, 34.825 anos! Com certeza, morreríamos contando e nem chegaríamos a contar a trigésima milésima parte dele!</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
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<div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>6. A ROTAÇÃO DA TERRA</h5>
</div>
		
			</div>
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<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">A rotação é o movimento realizado pela Terra em torno de si mesma. Este movimento é o responsável por nos dar a noção de tempo, pois, a partir dele, temos a percepção do dia e da noite.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Para nós, o dia inteiro dura 24 horas, porém, se eu te dissesse que a rotação da Terra tem uma velocidade aproximada de 1.674 km/h? Você acreditaria que, mesmo nesta velocidade, a Terra demora 24 horas para realizar uma volta completa em torno de si? Se formos analisar bem, a rotação da Terra é superior à velocidade do som, que limita-se a 1.225 km/h, dentro da atmosfera terrestre. Ela é superior a Mach 1.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Muitos, dos quais duvidam dessa aferição do movimento de rotação da Terra, alegam que o deslocamento da Terra é quase nulo no espaço, quando comparado com filmagens da NASA, ou ESA. Porém, o fato é que não percebemos o seu movimento por estarmos nos movendo com ele; ou seja, inércia (que também significa ausência de movimento), por isso, não o notamos. Quando estamos em um veículo, nosso referencial se encontra dentro dele, logo, as coisas do lado de fora é que se movem. Para que possamos perceber o real deslocamento do veículo, devemos estar do lado de fora, estáticos, observando-o movimentar-se.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">No caso da astronomia, ainda podemos dizer que existe o fator da órbita gravitacional, que restringe o raio do movimento de um astro de menor massa, em relação a um outro de maior massa. Sendo assim, qualquer objeto nesse raio de ação, que venha a entrar em órbita, estará condicionado a esse mesmo movimento.<br /><br /></p>
</div></div>
</div></div>
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		<title>Analisando a Cosmologia Chinesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2022 22:28:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;">Hoje iremos falar um pouco sobre como filosofia chinesa explica gênese do Universo. Será que os orientais teriam a mesma visão que os ocidentais, acerca deste assunto? Isso é o que vamos ver neste artigo.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Um dos livros que aborda a cosmologia chinesa, também um dos mais antigos do mundo, é o I-Ching. Ele nos traz uma visão muito particular sobre o assunto, sem abordar a nomenclatura de um Deus, ou divindade, mas conceituando este arquétipo dentro do mesmo estado de potencial puro, a partir do vazio, nomeando-o como WU-CHI, o estado primordial.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">O WU-CHI, também grafado no ocidente como WU-JI, é representado como um círculo. Esse círculo seria o mesmo campo de possibilidades da física quântica, que, como o próprio nome já diz, tem, em si, uma tal concentração de energia, que qualquer coisa poderia ser originada a partir dali.<br /><br /></p>
</div></div>
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<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">É claro que eu poderia até mesmo inverter essa associação, dizendo que a física quântica se baseou nos conhecimentos antigos para estabelecer suas bases mais profundas de raciocínio, afinal, o I-Ching, o livro das mutações, de aproximadamente três mil anos atrás, é muito mais antigo que a sistematização da mesma, em 1920, por Max Planck.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">O WU-CHI é considerado uma unidade potencial organizada, estática, porém, seguindo o conceito da Entropia, da Lei da Termodinâmica da Física, ele tenderia à desorganização e, consequentemente, ao movimento. Sem o movimento, não haveria a possibilidade da existência do tempo e, por esse motivo, ninguém pode saber há quanto tempo atrás isso aconteceu.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Em algum momento, toda a energia concentrada em WU-CHI, como numa explosão, se manifestou em movimento e deu origem a duas forças opostas e complementares chamadas de Yin e Yang, que foram representadas por dois monogramas (Liang Yi), sendo que o Yang possui duas linhas sobrepostas não-seccionadas e o Yin, duas seccionadas. <br /><br />As duas forças correspondem às extremidades polares, já que Yang representa o longe, o alto, o calor, a luz, o forte; enquanto Yin representa o perto, o baixo, o frio, a sombra, o frágil. Essa explicação é bem lógica se considerarmos que, para que haja qualquer movimento, precisa haver o deslocamento de um ponto A (Yin), para um ponto B (Yang), em uma determinada velocidade.&nbsp;<br /><br />Os chineses representaram esse princípio através do símbolo Tai Chi, ou Tai Ji, que conhecemos. Este símbolo reúne as duas forças Yin e Yang dentro de si, sendo o Yang a parte branca e o Yin, a parte preta. Podemos notar que existe um pequeno círculo branco em Yin e um outro preto em Yang. Esses símbolos são chamados de Jovem-Yang e Jovem-Yin, respectivamente. Essa representação se dava pelo fato de considerarmos o processo intermediário de transição de algo, como por exemplo: o alvorecer (Jovem Yang), o dia (Yang), o anoitecer (Jovem Yin) e a noite (Yin). Note que o próprio formato do símbolo já sugere um movimento cíclico.<br /><br /></p>
</div></div>
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<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Tendo como base a Teoria da Relatividade de Einstein, se temos o Espaço, também temos o Tempo e, anexo aos dois, a velocidade, que determinará o tempo de deslocamento pelo espaço, a partir do ponto A, ao ponto B. Sendo assim, o movimento de Yin e Yang mantém-se constante desde então.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Os antigos chineses começaram a observar a natureza, o seu funcionamento e concluíram que, durante um ano, ela assumia quatro padrões de comportamentos diferentes. Foi então que surgiu a definição das quatro estações. Eles as representaram através de quatro bigramas (Si Xiang), mutações do Yin e Yang. Existem diversas versões sobre as associações das estações do ano com os bigramas, mas o princípio básico convergente em todas é que o bigrama Yin (com duas linhas seccionadas) seria o inverno e o bigrama Yang (com duas linhas não-seccionadas) seria o verão. O outono e a primavera podem variar, dependendo da escola.<br /><br /></p>
</div></div>
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<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Com o tempo, essas observações foram evoluindo e a compreensão do funcionamento da natureza foi sendo aprofundada. Isso fez com que eles desenvolvessem os oito trigramas (Pá-Kuá, ou Bá-guá), mutações dos quatro bigramas, que representavam: o céu; o fogo; o lago; o vento; a terra; o trovão; a montanha e o metal.<br /><br /></p>
</div></div>
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<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Assim como a ciência ocidental buscou entender o funcionamento do Universo partindo do macro-observável, ao micro-observável, os chineses também o fizeram há milênios atrás e, após a consolidação do entendimento das mutações do Pá-Kuá, desenvolveram o sistema dos sessenta e quatro hexagramas, que eram micromutações dos trigramas anteriores.<br /><br /></p>
</div></div>
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<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">O I-Ching teria se formado a partir de então, sendo considerado tanto um livro de sabedoria, como um oráculo. Ele explica como todo o Universo teria se formado, a sua cosmologia e também como se dão os ciclos da natureza. Devido a ser um livro com tamanha abrangência, passou também a ser utilizado como um oráculo, pois teria como base as próprias leis da natureza e suas tendências.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Muitos escritores ocidentais estudaram o I-Ching e fizeram trabalhos importantíssimos, baseados nele. Desde a filosofia, com Richard Wilhelm, até a psicologia e psicanálise, com Carl G. Jung, o I-Ching vem trazendo abordagens diferenciadas para os padrões ocidentais.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Para os taoístas, todo o funcionamento do Universo, incluindo suas próprias Leis e padrões seguem o Tao. O TAO, ou DAO, é o conceito de vazio, não tem definição, forma, posição, pois qualquer definição que pudesse ter, forma, ou posição, já estaria dentro dos limites de sua criação, não podendo abrangê-lo como é, de fato.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Todas as coisas que existem só poderiam se originar do nada, pois não seria possível que algo já criado pudesse criar a tudo o que existe, devido ao fato de ele não ter criado a si mesmo. Sendo assim, o TAO teria a capacidade de gerar a tudo o que existe, incluindo o estado primordial de WU-CHI, que seria oriundo dele.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Se formos pensar em WU-CHI como sendo o Plano das Ideias de Platão, ficaria mais fácil de entender, pois, a partir dele, já seria possível acessarmos os arquétipos de tudo o que existe, ou tudo o que pode ser criado. É possível também associar os arquétipos aos próprios hexagramas desenvolvidos pelos antigos chineses, já que representam uma grande gama de aspectos da vida.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Talvez por isso Carl G. Jung, ex-aluno de Sigmund Freud (considerado o pai da psicanálise), tenha estudado tão a fundo o I-Ching e desenvolvido toda a análise do impacto dos arquétipos na psique humana.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">De fato, nenhum de nós tem como concluir nada, efetivamente, acerca da criação do Universo, pois seriam muitas as variáveis a serem consideradas e analisadas para fazê-lo. Não sabemos como isso tudo aconteceu e as leis da física que conhecemos, se baseiam em nossa realidade atual, com métricas determinadas após este momento crucial, mas não teríamos como calcular o comportamento das partículas em uma realidade onde tudo poderia ser diferente do que é agora.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Tendo em mente que só podemos juntar os pontos, é muito interessante observarmos todas as abordagens antigas feitas sobre o tema, principalmente, se foram feitas por culturas e povos diferentes, de locais bem distantes no globo, pois as semelhanças de narrativas nos fariam aproximar um pouco mais do que realmente possa ter acontecido, com certo grau de assertividade, já que os povos não teriam como locomoverem-se tanto, sem o desenvolvimento da tecnologia.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Como exemplo, podemos ver que a Teoria do Big Bang, a mais aceita pelos físicos atualmente, se assemelha bastante ao conceito trazido pela cosmologia chinesa, no que tange a uma concentração de energia muito elevada em um único ponto, que, ao explodir, gerou todos os elementos que conhecemos hoje, subdividindo-os e criando diversas outras combinações.&nbsp;</p>
</div></div>
</div></div>
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		<title>O Tempo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafael Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Sep 2022 01:53:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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<div pagelayer-id="bki769" class="p-bki769 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;">Vamos falar sobre o tempo. Eu sempre fui intrigado com essa questão. O que seria o tempo? Ao fazermos essa pergunta sempre pensamos em um relógio, nas horas, etc., mas, será que percebemos que essas são apenas “medidas” do tempo e não o tempo em si? Afinal, um relógio é um relógio, e não o tempo! Se saíssemos da órbita terrestre, que horas seriam? É de se pensar…<br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Venho lendo, esporadicamente, durante alguns anos sobre esse assunto e o que mais me intriga é que ninguém ainda conseguiu definir o tempo, por si mesmo. Neste artigo irei abordar alguns pontos importantes sobre esse tema, bem como também apresentar uma hipótese do que seria - ou não - o tempo.<br /><br /></p>
</div></div>
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</style><div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>mEDIÇÕES DO TEMPO</h5>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="6un7112" class="p-6un7112 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Para começarmos, vamos remontar à história dos babilônios, na Mesopotâmia e dos Egípcios. Esses povos foram considerados os primeiros a construírem algum instrumento para medir a passagem do que chamamos de tempo: o relógio solar (como conhecido por nós). Devemos considerar que, naquela época, não se tinha essa mesma definição que temos hoje, afinal, isso ocorreu&nbsp; há milhares de anos antes de Cristo. Tudo o que precisavam era de um sistema que os mostrasse em qual momento do dia estavam.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Quando falamos da palavra “dia”, nesse contexto, estamos considerando somente o período entre o alvorecer e o anoitecer; ou seja, o período correspondente ao nascer e ao pôr do Sol. Para os babilônios, bem como para quaisquer povos naquela época, era de vital importância saber quanto tempo de Sol ainda tinham antes do anoitecer, para que pudessem, ou não, empreender alguma atividade, principalmente se ela considerasse o seu deslocamento.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Depois de muito observarem o trajeto que o Sol fazia no céu, bem como as sombras que o mesmo projetava no solo devido ao seu trânsito celeste, colocaram uma haste dedicada para a observação de suas projeções, o que os fez perceber que elas sempre começavam a partir de uma direção e terminavam na direção oposta.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Começavam a demarcar onde a extremidade da sombra da haste tocava, período por período, e perceberam que o desenho formado era semelhante ao de uma lua crescente, ou minguante, o que hoje chamamos de “meia-lua”. A partir dessa observação, dividiram o dia em 12 partes, definindo as horas do dia e, devido ao formato da Lua ser o de um círculo perfeito, composto por duas metades daquela, entenderam que o período da noite corresponderia à mesma proporção de 12 horas, o que determinou que um dia completo teria 24 horas.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Alguns dizem que o formato da Lua não tem ligação com a descoberta da divisão temporal, mas, naquela época, muito se fazia observando a própria natureza como referência plausível. O homem não interferia no tempo, assim como não interferia nos ciclos da natureza, porém, os ciclos se mantinham constantes, seguindo os mesmos padrões, em perfeita ordem.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Muitos testes foram sendo feitos até que chegaram a uma divisão sexagesimal da hora; ou seja, definiram que a hora possuía 60 partes, os minutos. Posteriormente, foram percebendo que seria possível subdividir ainda mais e, novamente o fizeram, definindo o segundo, como sexagésima parte do minuto. A definição do dia — da Terra — fora obtida.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">A partir deste ponto, muitos outros povos começaram a investir seu tempo para pesquisar e aprimorar as medidas do tempo, inclusive, no que tange às definições de semana, mês e ano. É sabido que os egípcios, ainda mais antigos que os babilônios, consideravam que o ano possuía 365 dias, em seu calendário solar, sendo que o mesmo era subdividido em 12 meses de 30 dias, com 5 dias adicionais “fora do tempo”, para celebrar o deus Amón-Rá. Nos tempos de hoje, é como se a festa de Ano Novo durasse 5 dias! Demais, não?</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Diversas alterações no calendário ocorreram durante a história, desde as que foram realizadas pelo general romano Júlio César, passando pelo Imperador César Augusto, até chegar no modelo que utilizamos hoje, definido pelo Papa Gregório XIII. Nem todas as civilizações, religiões e/ou culturas seguem este mesmo modelo, obviamente, porém, em sua essência, contam a passagem do tempo de forma equânime.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Já que todos concordavam — e ainda concordam — com a divisão do dia, em termos de horas, minutos e segundos, restava agora começar a confeccionar relógios que pudessem sincronizar as medidas de tempo definidas por eles, com o real movimento do Sol pela abóbada celeste.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Diversos aparelhos foram construídos para medir a passagem do tempo, sendo que as ampulhetas, depois dos relógios solares, são as mais antigas. Conforme a ciência avançava em termos de mecânica e matemática, outros dispositivos foram sendo criados, como aquele que contabilizava a passagem do tempo por gotejamento.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Esse dispositivo fora criado pelo monge budista Yi Xing, chinês, da dinastia Tang, em 725 d.C. Ele reunia 60 baldes de água, para que correspondessem aos 60 segundos que compõem um minuto. Porém, como a água é muito volátil e suscetível a alterações estruturais por questões climáticas, bem como de pressão atmosférica, obviamente, concluiu-se não ser um aparelho tão preciso.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Alguns anos depois, por volta dos anos 800 d.C., o califa Harune Arraxide deu a Carlos Magno um relógio mecânico que possuía um cavaleiro que dizia as horas. O califa era de Bagdá, o que pressupõe que os primeiros inventores de relógios mecânicos, sejam os asiáticos. Apesar disso, o Papa Silvestre II foi considerado o inventor do relógio mecânico. Posteriormente, no século XIV os relógios melhoraram sua precisão, apesar de que ainda atrasavam 15 minutos por dia. Já em 1656, surgiu o relógio de pêndulo, por Christiaan Huygens, com os conceitos de Galileu Galilei que, reduziu o atraso para um minuto por semana.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Toda a problemática se dava em detrimento de fazer com que as engrenagens dos relógios correspondessem à velocidade de rotação da Terra, para que pudessem marcar o tempo com precisão. Foi aí que o avanço científico fez grandes contribuições para o desenvolvimento de relógios mais precisos.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Em 1927 foi descoberta a propriedade da piezoeletricidade, que gera uma vibração em cristais de quartzo, quando expostos a uma corrente elétrica. Essa vibração faz com que os cristais vibrem 32.728 vezes, o que correspondia a exato 1 segundo! Mas, em 1967 o Sistema Internacional de Unidades definiu que a duração de um segundo seria baseado na oscilação do átomo do Césio 133, o que originou os relógios atômicos, os mais precisos até o momento.<br /><br /></p><p style="text-align: justify;">Até aqui estamos fazendo um apanhado histórico para entendermos como a civilização humana compreendeu a passagem do tempo e como pôde estabelecer métodos para conseguir medi-la, porém, ainda não entramos na questão da definição do tempo, em si.&nbsp;<br /><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="m7u1398" class="p-m7u1398 pagelayer-heading" align="left">
<style pagelayer-style-id="m7u1398">.p-m7u1398{text-align: left}
</style><div class="pagelayer-heading-holder">
<h5>a física e o tempo</h5>
</div>
		
			</div>
<div pagelayer-id="rg94358" class="p-rg94358 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Com base em tudo o que foi dito até aqui, entendemos que o tempo, na verdade, nunca foi definido, só medido. Mas, será que conseguimos entender o que é o tempo, só pelo fato de conseguirmos medi-lo? Provavelmente, não.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Segundo a física o tempo é uma grandeza associada ao correto sequenciamento de ocorrências, seguindo um determinado padrão natural. Mas, a observação dos eventos ocorridos em um determinado padrão natural se trata do efeito do tempo, não do tempo em si. Em uma consideração lógica, podemos dizer que o tempo pode ser uma percepção do deslocamento.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Ao tomarmos como base esse raciocínio, percebemos que todas as medidas ou conclusões tiradas acerca do tempo são baseadas em alguma percepção de deslocamento, seja do Sol, pela abóbada celeste, ou qualquer outra forma de deslocamento de um corpo pelo espaço.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Com isso, entendemos que, se o tempo é a percepção do deslocamento pelo espaço, a variável velocidade estaria diretamente ligada a ele, pois, sem ela, não haveria o deslocamento. Logo, podemos concluir que, sem a velocidade, não perceberíamos o deslocamento, ou seja, o tempo.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Para Einstein o tempo e o espaço são conectados e inseparáveis, pelo que ele chamava de Tecido Espaço-Tempo. Sua teoria diz que o tempo é relativo, dependendo do ponto de vista do observador. Para ele, quanto mais rápido um objeto se move, mais lento o tempo passa.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Em uma de suas considerações, ele dizia que o tempo passava com velocidade máxima para um objeto parado, porém, o mesmo passaria mais lentamente, caso o objeto fosse adquirindo velocidade no espaço. Einstein também nos diz que o espaço é maleável, podendo ser comprimido ou dilatado, em detrimento das massas dos objetos que se encontram nele.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Sabemos que, conforme um corpo vai atingindo velocidades cada vez maiores, sua massa vai aumentando e isso o faria distorcer o espaço-tempo à sua volta, de forma a permitir a sua passagem com tamanha massa. Isso pode ser demonstrado pela famosa equação de Einstein: E=m.c².</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Quando pensamos em tudo isso, vemos que, não só o espaço-tempo são inseparáveis, como também a velocidade. Se retirarmos a variável velocidade da equação, não temos o tempo, já que não seria possível o deslocamento. A questão agora é: segundo Einstein, quanto mais formos acelerando um objeto, mais massa ele terá e, consequentemente, o tempo passará mais devagar. Agora, extrapolando essa velocidade, considerando que um objeto pudesse ser exponencial e infinitamente acelerado, a massa dele seria tão grande quanto a do próprio Universo, e ele estaria ocupando uma posição de repouso, totalmente estático, já que não mais seria possível o seu movimento pelo espaço.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Considerando a hipótese anterior como verdadeira, podemos concluir que tanto o objeto totalmente estático, quanto aquele que é acelerado, chegariam no mesmo ponto de anulação do tempo. São direções opostas, mas que chegam no mesmo ponto culminante da inexistência do tempo, sem a velocidade. Isso não é incrível?</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Se formos levar isso em conta, a questão da viagem no tempo também seria impossível, já que o objeto teria de se mover livremente, fora das dependências do espaço-tempo, mas a partir do momento em que ele assume alguma velocidade, já estaria arraigado aos limites do mesmo.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Para elucidar, suponhamos que exista uma contagem regressiva acionada para que a Terra seja totalmente destruída pelo lançamento acidental de uma série de mísseis nucleares. Hipoteticamente, a raça humana já teria desenvolvido uma máquina do tempo capaz de viajar para o passado. Nesse momento, um general volta ao passado, momentos antes do acionamento da contagem regressiva e impede o acidente. O que aconteceria?</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Pelas teorias tradicionais, o planeta seria salvo dos mísseis. Mas, eu pergunto: a história atual iria simplesmente “congelar”, aguardando as ações do general surtirem efeito? Todo o tempo teria de parar, ou até mesmo retroceder, caso o planeta já tivesse sido destruído durante esse tempo. Isso seria logicamente possível? Imagine todos os átomos retomando a sua posição anterior ao holocausto, toda a poeira, toda a vida! Isso parece ser um absurdo.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Por tudo o que vimos até agora, podemos entender que o tempo, em si, não passa de uma percepção de deslocamento e que a realidade só existe no agora, independentemente de onde estivermos. O tempo, como o entendemos, é uma convenção para medir as rotações e translações da Terra, ao redor de si mesma e do Sol, respectivamente.</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">Para finalizar, essa é apenas uma contribuição minha, para que comecemos a pensar sobre o que seria, realmente, o tempo. Talvez ela sirva mais como uma provocação, como uma base para pesquisas mais profundas, do que como um ponto-final para a questão.&nbsp;</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
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</style><div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br />&nbsp;<strong>OBSERVAÇÕES</strong>:<br /><em><br /></em><em>Poderia citar muitos outros nomes, teorias e invenções, mas essa não era a intenção essencial deste artigo. Me ative somente aos pontos mais importantes e mais conhecidos para facilitar a abordagem e o entendimento.</em><br /><em><br /></em><em>A palavra “relógio”, deriva da palavra “horologion” (quadrante solar que marca o tempo), do Latim, então, em países que não tinham-no como língua base, não se utilizava o mesmo termo.</em><br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
<div pagelayer-id="w9v9263" class="p-w9v9263 pagelayer-text">
<div class="pagelayer-text-holder">
<p style="text-align: justify;"><br /><strong>REFERÊNCIAS:</strong><br /><br /></p><p style="text-align: justify;">https://super.abril.com.br/mundo-estranho/quem-definiu-o-tamanho-das-horas-e-dos-minutos/<br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;"></p><blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="4p5mj6XnNo"><a href="https://herweg.com.br/uma-viagem-no-tempo-a-historia-dos-relogios/">Uma viagem no tempo: a história dos relógios</a></blockquote><iframe class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted"  title="&#8220;Uma viagem no tempo: a história dos relógios&#8221; &#8212; Herweg" src="https://herweg.com.br/uma-viagem-no-tempo-a-historia-dos-relogios/embed/#?secret=PKDfm9dVPA#?secret=4p5mj6XnNo" data-secret="4p5mj6XnNo" width="500" height="282" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;"></p><blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="pV3HSA2lkn"><span style="color: rgb(7, 6, 6); text-align: justify;">https://pt.wikipedia.org/wiki/Yi_Xing</span><br /></blockquote><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2021/09/como-teoria-da-relatividade-geral-de-einstein-explica-quase-tudo.html<br /></p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/fisica/teoria-da-relatividade</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">https://brasilescola.uol.com.br/fisica/teorias-da-relatividade.htm</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">https://pt.wikipedia.org/wiki/Tempo</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">https://www.em.com.br/app/colunistas/juventude-reversa/2021/10/07/noticia-juventude-reversa,1311993/o-tempo-e-relativo-e-depende-do-referencial-a-partir-do-qual-o-medimos.shtml</p><p style="text-align: justify;"><br /></p><p style="text-align: justify;">https://www.hipercultura.com/10-coisas-que-voce-deveria-saber-sobre-a-teoria-da-relatividade/</p><p style="text-align: justify;"><br /></p>
</div></div>
</div></div>
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